sexta-feira, 9 de outubro de 2020

 QUEM SOU EU,

PARA QUEM SÃO SABE...
"Olha é nasci em 04/01/1951 na cidade de Santos. Sou santista de nascimento e claro, torcedor do Peixe (SFC). Lá fiz o ensino fundamento e médio além dos cursos de Tornearia e Ajustagem do Senai/Santos e Auxiliar de Enfermagem na Santa Casa de Santos. Vim para Campinas em 1971 para trabalhar como Enfermeiro Ocupacional concursado na Refinaria de Paulínia da Petrobras. Foram 7 anos de uma experiência magnifica trabalhando na maior empresa do país.
Enquanto trabalhava na Replan fiz o curso de Jornalismo na Pucc. E logo enveredei pela carreira. Comecei em Jundiaí onde produzi para o Jornal da Cidade minha primeira grande matéria: "Choveu Dinheiro na Vila Ana". Logo depois vim para Campinas convidado por Antônio Carlos De Júlio para integrar o corpo de repórteres do Correio Popular. Lá fiz uma das melhores matérias minhas; "Nosso repórter como cobrador vê a CCTC por dentro e por fora" foi a manchete de capa editada por Carlos Tôntoli. Passei pela Rádio Educadora e criei o quadro "Bronca dos Bairros". Agredido pelo vereador Assis Argenton, na ante sala do gabinete do prefeito na prefeitura, se tornou um incidente de repercussão entre os políticos e jornalistas da cidade. Fui para a Rádio Central levado por Romeu Santini e fui repórter de rua de programa comandado por Zaiman de Brito Franco.
Fui assessor de imprensa da Cati e do Ital. Rodei por cidades da região, de Americana no famoso Jornal O Liberal; a Holambra, na Revista Florin, reportando e editando para veículos de comunicação de todo tipo.
Em 1996 criamos, eu a esposa Cibele Vieira, criamos a Comunicativa. Em 1982 entrei como professor concursado na PUCC, de onde sai em 1992. Mais de 10 anos de uma experiência indescritível numa das mais importantes universidade do país.
Pela Comunicativa Editamos o Jornal Alto Taquaral publicação diferenciada na edição além da distribuição gratuita e dirigida apenas aos condomínios verticais e horizontais da nossa região Alto Taquaral. Hoje ele vive na rede pois os custos inviabilizavam e a logística da distribuição inviabilizaram a edição impressa. Realizamos também a comunicação jornalística em presas como Petrobras, Bosch, 3M. Galvani, Coim do Brsil, Fortdodge do Brasil, Multiimas, Ecobrisa e Biofabris; colégios Integral, Anglo, Porto Seguro e Sabin e outros entre os quase 100 clientes da carteira da Comunicativa,
Depois quase 50 anos de Campinas e 40 anos de jornalismo aqui, decidi me candidatar a vereador e espero fazer melhor do que muito critiquei a conduta. Se eleito, quando assumir, estarei com 70 anos seguramente um dos mais idoso do legislativo mas pronto para ser tão atuante quanto como o jovem repórter do passado.
Apesar da idade ainda ouso dizer: o futuro somos nós.
Gilberto Gonçalves - candidato n. 33777
pelo PMN Partido da mobilização Nacional

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

MAILING DE IMPRENSA: UM PROBLEMA ETERNO

Não faz mais de um mês recebemos na redação do Jornal ALTO TAQUARAL um grupo de alunos do curso de Jornalismo da Puc-Campinas orientados pela professora Cecília Toledo, para um trabalho sobre a relação entre jornalistas de assessoria de imprensa e jornalistas de redação. Durante quase duas horas os jovens futuros colegas fustigaram perguntas e mais perguntas sobre a conflituosa relação buscando entender melhor o problema.

Naquela oportunidade este jornalista e mais Cibele Vieira e Rodrigo Rossi enfatizaram aos estudantes que um grande problema  nesta relação assessoria/redações é mesmo o dos mailings de imprensa elaborados sem critérios provocando uma enxurrada de mensagens que tem destino direto e reto na ponta do dedo na tecla delete.

Pois é, 
 
Em 18.10.2016 19:42, Luciana Cristina Aulicino escreveu:
Boa noite, tudo bem?

Segue, anexada, uma imagem do evento da Bemis realizado hoje, em Nova York, em comemoração aos 50 anos de ações da empresa listadas na Bolsa de Valores.

Executivos da Bemis se reúnem em Nova York para celebrar 50 anos que a empresa está listada na Bolsa de Valores
O presidente da Bemis na América Latina, Carlos Santa Cruz, está em Nova York, para acompanhar o CEO global da empresa, William Austen, que tocou o sino em comemoração aos 50 anos em que a companhia, uma das maiores fabricantes de embalagens do mundo, tem suas ações listadas na Bolsa da cidade.

Sobre a Bemis
A Bemis é uma das maiores fabricantes de embalagens do mundo. Com sede em Neenah, Wisconsin (EUA), a companhia atende aos mercados de alimentos, bebidas, cosméticos, farmacêuticos, higiene pessoal, limpeza doméstica, médico-hospitalares e pet food com embalagens flexíveis, rígidas, cartonadas, tubos laminados e rótulos. A companhia conta com 18 mil funcionários em 61 unidades, localizadas em 12 países nas Américas do Norte e Latina, Europa e Ásia-Pacífico. Mais informações no site www.bemis.com.

Qualquer dúvida estamos à disposição.

Abs e obrigada,

Luciana Aulicino
Executiva de Contas/Coordenadora
55 11 5090 8900 Ramal: 8730

Ketchum
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19 Cannes Lions Awards
Five-Time Winner PRWeek Campaign of the Year
A proud partner of Room to Read. World Change Starts with Educated Children®

Diante robusta mensagem, como é de praxe aqui na redação do pequeno jornal de bairro de Campinas encaminhamos resposta à portentosa Ketchun Brasil:

De: JORNAL ALTO TAQUARAL [mailto:editor@jornalaltotaquaral.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 19 de outubro de 2016 10:05
Para: Luciana Cristina Aulicino
Assunto: Re: Sugestão de foto-legenda: Executivos da Bemis se reúnem em Nova York para celebrar 50 anos que a empresa está listada na Bolsa de Valores
Prioridade: Alta

AINDA BEM QUE A IMAGEM NEM VEIO ANEXADA
VC ACREDITA MESMO QUE ISTO CABE NUM JORNAL DE BAIRRO DE CAMPINAS?
DÁ PARA DILAPIDAR SEU MAILING?
ABS
GILBERTO

E de pronto recebemos mensagem de retorno:

------- Mensagem original --------
Assunto:RES: Sugestão de foto-legenda: Executivos da Bemis se reúnem em Nova York para celebrar 50 anos que a empresa está listada na Bolsa de Valores
Data:19.10.2016 11:07
De:Luciana Cristina Aulicino
Para:JORNAL ALTO TAQUARAL

Bom dia, Gilberto, tudo bem?
Peço desculpas pelo transtorno.

Att,
Luciana Aulicino
Executiva de Contas/Coordenadora
55 11 5090 8900 Ramal: 8730
Ketchum
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Então como podemos concluir o título deste post é mesmo oportuno, afinal nem mesmo um a conceituada Ketchun com 25 anos de Brasil e mais de 90 no mundo é capaz de dilapidar seu mailing de imprensa para evitar transtornos desculpados depois. Perda de tempo para todos. 

Será que um dia o problema vai ser resolvido?

domingo, 25 de setembro de 2016

ESTUDANTES DA PUCC TROCAM 
'GRITO DOS EXCLUÍDOS' 
POR 'GRITO PELA EXCLUSÃO'
Quem inventou o apelido "Fujonas" para o candidato à reeleição Jonas Donizete em função das ausências dele em debates e encontros de candidatos realizados pela mais diversas entidades  e Campinas, deve ter, provavelmente, se fundamentado na história do político. 
Há quatro quando se candidatou pela primeira vez a prefeito ele participou do encontro promovido pela Pucc e, diante da reação negativa ao seu nome pela grande maioria de estudantes presentes, ele saiu rapidamente ao final do evento sem conversar, inclusive com alunos de jornalismo que tinham como tarefa a entrevista com todos os candidatos presentes.
Quatro anos depois o episódio se repete e só não foi idêntico graças à intervenção dos coordenadores do encontro deste ano que foram buscá-lo nos bastidores para compor uma foto oficial junto com os demais convidados. Na primeira foto, inclusive o candidato ficou de fora. Na segunda, presente após insistência dos coordenadores acabou compondo foto onde a candidata Marcela Moreira, acidentalmente aparece de costas...



Aliás foi a jovem candidata do PSOL quem mais atacou de forma incisiva o candidato à reeleição. Os ataques acabaram por permitir um direito de resposta dele durante um dos blocos de perguntas.
Mas foi ao final que o destino voltaria a se por contra o candidato Jonas Donizete. No sorteio para as considerações finais, o nome de Marcela Moreira foi o último a ser retirado lhe garantindo ser a última a falar. A sorte foi apenas um fator a mais pois ela a suou com muita inteligência sabendo que não haveria direito de resposta nas considerações finais e desandou a atacar o atual prefeito. 
E quanto mais atacava, mais o público presente, jovens estudantes e mulheres, portanto muito identificados com a candidata, mais respondia com aplauso e apupos de aprovação. 
E quando encerrou conclamando os jovens e as mulheres a ajudarem fazê-la chegar ao segundo turno para derrotar o atual candidato e encerrando com o brado: "Fora Temer e Fora Jonas", o público respondeu à altura com um coro final de fora Jonas, fora Jonas, fora Jonas que fez o candidato 
deixar a mesa e sair rapidamente para os bastidores exatamente como naquele 
outro encontro quatro anos atrás.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

CADERNO MUITO MAL EDITADO

Tem gente que pensa ser fácil fazer jornal/livro/revista/caderno especial. Pensar é fácil. Fazer é outra coisa. Senão vejamos:

 O “Correião”, jornal Correio Popular de Campinas/SP e tradicional publicação da RAC – Rede Anhanguera de Comunicação, brindou hoje seus leitores com um “caderno especial” intitulado “Fórum Campinas + 21” que, antes de ser impresso e encartado para o público, não deve ter passado pelas mãos de profissionais com conhecimento de edição. Neste sentido, o tablóide de 16 páginas, apesar de impresso sobre papel off-set, chega a ser uma agressão aos olhos de quem entende minimamente da arte de editar. A começar pelo arranjo gráfico dos elementos na capa é possível deduzir que o trabalho de planejamento gráfico, edição e diagramação definitivamente inexistiu.

 O trato das fotos também merece ser observado. Só um editor sem competência, ou totalmente avesso à fotografada, seria capaz de editar foto de uma ministra de estado em tal situação. Na imagem, a ministra Maria do Rosário aparece olhando ninguém sabe para onde e com o rosto deformado pelo movimento de fala da boca. A legenda é um primor: “Ministra Maria do Rosário em palestra no Campinas +21, no Royal Palm Plaza Resort”. Mais óbvia impossível. As duas outras fotos da capa não foram legendadas, nem com texto óbvio. A página dois recebeu um anúncio oficial da Prefeitura de Jaguariúna o que demonstra de onde saiu, pelo menos parte dos recursos, para a pseudo publicação. Na página três um título que pretende dizer muito mas que, sem aspas e identificação do autor, acaba não dizendo nada: O amanhã só existirá, se agirmos hoje – O título está assim mesmo, sem ponto final, contrariando a regra que determina uso de ponto final em título quando ele apresentar qualquer outra pontuação, como no caso deste que tem a vírgula (que até certo ponto seria desnecessária). Duas fotos maiores e sem legendas se sobrepõem abaixo do título e ao lado de uma coluna de texto. A primeira, em tamanho um pouco maior é a mesma de uma de capa.

Curiosamente nela aprece em meio ao público mas facilmente identificável o presidente do grupo RAC Sylvino Godoy e que vai aparecer em mesmo número de fotos na publicação que o atual prefeito indireto de Campinas, Pedro Serafim. Ainda nesta importante página três, o “editor” decidiu colocar uma foto do presidente do Instituo Sustentar (com a sempre óbvia legenda) acima de uma outra coluna de texto mais à esquerda da página. Com isto o pobre leitor não fica sabendo onde começa o texto da página; se é um só ou dois. A editoração dispensou os espaços de recuo de parágrafos o que também pode ser considerado no mínimo inadequado em texto com alinhamento blocado como neste caso. E, por fim, no pé da preciosa página três, os responsáveis pelo pastelucho impresso decidiram publicar o “EXPEDIENTE” que apesar de também ser fundamental numa publicação séria pela importância das informações que deve apresentar, foi organizado com total desleixo e desrespeito ao leitor. Diz lá apenas - Realização: Fórum Campinas+21 (o que isto quer efetivamente dizer afinal?) – Segue uma lista de nomes identificados como colaboradores que não vou expor aqui (provavelmente para isentá-los de responsabilidade sobre o pastelhucho) – Fotos: Martins (quem será esse tal Martins que fez tais fotos, provavelmente assim identificado para isentar-se também da responsabilidade pela qualidade, no mínimo discutível) – Distribuição: encarte Jornal correio Popular – Circulação: Campinas e Região – www.sustentar.com.br – comunicação@institutosustentar.com.br Na página 4 sob o chapéu “Campinas” há o título: Choque de gestão e plano de transparência, seguido da linha fina: Pedro Serafim, Prefeito de Campinas fala da importância da Sustentabilidade em sua gestão. A foto, mais uma fez sem legenda (nem a óbvia) foi colocada no início do texto, prejudicando o leitor para identificar onde é na verdade o começo dele. O texto aqui foi editorado também em arranjo blocado mas com recuo para parágrafos exageradamente grandes e usado até indevidamente onde não havia abertura de parágrafo. Na página cinco, o título teve suas duas linhas prensada ficando praticamente sem entrelinhamento. Teria sido em função da enorme quantidade de texto da página ou para privilegiar as duas fotos de dirigentes da Anhanguera Educacional que ninguém sabe por que estão ali. E as legendas, ah as legendas, aqui aparecem em fontes diferentes n a mesma página e lógico óbvias. Na página seis a ministra volta a ser o foco e colocaram logo duas grandes fotos dela na mesma página. Deve ser porque afinal ela é ministra. Uma das fotos inclusive recebeu a legenda óbvia. A outra ficou sem legenda. Como uma está ao lado da outra por certo o editor entendeu que não precisa repetir duas vezes o nome da ministra em duas foto na mesma página. Se ia mesmo legendar assim, decidiu acertamente. A foto maior, que deve ter sido produzida pelo tal Martins identificado no expediente como autor delas, tem mais parede do que ministra, mas isto deve ser um detalhe da capacidade de criação do autor.

Os títulos voltam a não dizer nada e arranjados de forma assimétrica e prenssados. As colunas de texto foram formatadas com entrelihamento irregular causando um desconforto muito grande para quem pretende fazer a leitura. Na página sete aparece outra grande foto editada sobre o início do texto prejudicando o início da leitura. A legenda desta merece destaque, aliás foi isto que o editor lhe deu pois foi composta em corpo(tamanho do tipo/letra) muito maior do que a utilizada no texto. E seu conteúdo é enriquecedor: “ Fernando Garnero em discurso no Campinas+21”. Os blocos de texto estão novamente com entrelinhamento variado, ora apertado, ora alargado. E no final do texto há um parágrafo de texto, pós asterisco, servindo para identificar o autor do texto apesar de não haver nenhuma assinatura com asterisco no alto da página como indicativo de texto assinado. Nas páginas centrais, a oito e nove, o editor resolveu apresentar um festival de fotos e de legendas óbvias com tamanhos e fontes das mais diversas. Na abertura da página oito a foto de capa que também apareceu na página três, voltou a ser editada ainda maior sobre a seguinte legenda: “Casa cheia e todas as lideranças da RMC presentes nos dois dias de Fórum”. Nos meus quase 40 anos de jornalismo nunca me deparei com legenda tão criativa para uma foto que mostra mais o teto do local do que as pessoas presentes. Detalhe: Sylvino Godoy presidente da RAC, que deve ter feito a impressão e fez a distribuição do pastelucho está lá.

O descalabro editorial segue página após página. Vou livrar os leitores de repetições. Vou apenas fazer uma ressalva para a página nove, nela tem uma foto, novamente editada sobre a abertura do texto que deve ser aquelas brincadeiras do editor tipo: descubra o que é a foto e ganhe um brinde. Tente... E por fim, fim mesmo, tem um anúncio da Unimed Campinas na página 16 e última do “pastelucho”. Fico imaginando a cara do comandante da Agência M51, Orlando Martins, responsável pela conta da Unimed Campinas ao ver onde ele “enfiou” seu cliente.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

JORNALISMO VESGO - EDIÇÃO É COISA SÉRIA

PRODUZIDO DE VIÉS POR INCOMPETENCIA OU MÁ FÉ

Domingo dia 12 de fevereiro de 2102.
Como sempre acontece quando o carnaval se aproxima, em várias cidades do país, blocos dos mais variados desfilam pelas ruas. Em Campinas também. E pelo menos dois marcaram presenças em bairros distintos: o "Bloco Nem Sangue Nem Areia" no bairro operário da Vila Industrial e o "Bloco do Bob (o cão)" no elitizado Cambuí.

O "Nem Sangue Nem Areia" foi criado em 1946 por um racha na direção do "Bloco do Boi" que surgiu em 1905 e nos anos 60 deixou de desfilar para tristeza dos moradores, a maioria operários, da Vila Industrial. Em 2009, um grupo de jornalistas e músicos de Campinas decidiram recriar o bloco nos moldes daquele: fazer alegria com muita música e fantasia na tarde de domingo que antecede o carnaval. Em sua quarta edição levou às ruas da Vila uma homenagem ao artista plástico local Thomaz Perina incluindo Comissão de frente de batas com obras im pressas em batik. Cultura pura e copisa rrara de se ver, mesmo em Campinas, considerada berço de cultura.

O "Bloco do Bob", surgiu há dois anos quando um grupo de taxistas adotou um cãozinho que apareceu na praço próxima ao ponto e acabou virando notícia. O bloco, como prório nome diz, congrega donos de cães, a maioria de raça refinada.

Os dois grupos dividem a tarde de domingo. Por acontecimento local, os dois deviam merecer a atenção da midia local também.

Assim foi, mas com o viés do título acima.

O jornal Correio Popular, o principal veículo impresso da cidade circula na segunda-feira com uma edição muito pequena (poucas páginas). Numa delas o jornal mostra sua cobertura carnavalesca do dia de domingo: "Foliões ignoram a chuva e tomam ruas - Nem Sangue Nem Areia homenageia Thomaz Perina e o Bloco do Bob leva cães para o carnaval"

Parafraseando o puxador de som Elder Bittencourt do "Nem Sangue Nem Areia" que gritava "alegria é coisa séria" para animar quem estava na rua junto com o bloco, podemos dizer que edição jornalística também é coisa séria e muito séria.

Vai daí que o jornal coloca sob a manchete (apontada um parágrafo acima) da página A9, três fotos: uma (a maior) do Bloco do Bob; ao lado desta, outra, de menor tamanho mostra 4 homens lavando um túnel, apesar da legenda explicitar: "Ao menos 70 homens foram mobilizados para a llimpeza do túnel". Assim não se pode deixar de perguntar: "não é pouco homem na foto para tanto na legenda, e por que uma foto de limpeza de túnel em matéria sobre os blocos?"

E segue os bloco, melhor a matéria muito mal editada.
A foto da limpeza do túnel, se depreeende com dificuldade, está relacionada ao texto logo abaixo dela. Mas um traço estilo "meia cana" na linguagem gráfica separa a foto do texto e portanto uma coisa da outra. Ou seja o traço não deveria existir para existir a ligação da foto com o texto. Isto é básico em edição. Mas quam sabe lá o que é básico?...

E segue os bloco, melhor a matéria muito mal editada.
O texto da matéria, assinado por Bruna Mozer e Gláucia Santinello destina seis parágrafos iniciais para falar sobre o "Nem Sangue...". Aqui o editor acertou pois a linha fina da manchete privilegia oeste bloco e não do do Bob, mas enfia os pés pelas mãos ao inserir entre o primeiro e segundo parágrafo o seguinte 'olho': "Bateria da Portela estréia com show em bar de Campinas". Ora, por que no início do texto se o que se refere ao olho só aparece nos dois últimos e pequenos parágrafos? Que viés é este? De incompetêncica ou de jabá? (jabá= algo que o jornalista recebe para publicar algo sobre alguem).

E segue os bloco, melhor a matéria muito mal editada.
E mais uma enfiada de pés pelas mão do editor insere incorretamente outro olho "Thomaz Perina lamentava que as tradições estavam se perdendo - Carlos Parada - Dir. do Instituto Thomaz Perina e sobrinho do artista" no meio do texto que fala sobre o Bloco do Bob.

Então, se o texto inicia com 6 parágrafos sobre o "Nem Sangue...", segue com 4 parágrafos sobre o "Bloco do Bob" e termina com 2 sobre o "Boteco São Bento" e ainda mostra um grande olho sobre o "Nem Sangue..." por que na matéria só tem foto do bloco do cão, do boteco e do túnel e não tem foto do "Nem Sangue..."? simples: o o editor não sabe nada de edição ou o viés foi de incompetência, má fé, ou interesse comercial...

Bem, tudo isto sob os olhos atentos de quatro editores; Adriana Villar, Claudio Liza Junior, Jorge Massarolo e Ricardo Alécio ou seja nesta minguada edição de segunda-feira são apenas 7 páginas para 4 editores...

Como gritava eleder Bittencourt no "Nem Sanguem..." alegria é coisa séria eu grito aqui: edição é coisa séria!

domingo, 22 de janeiro de 2012

JORNALISMO NÃO É MARKETING

QUANDO A ASSESSORIA DE IMPRENSA DEIXA DE FAZER JORNALISMO PARA MARKETEAR

O jornalista Ricardo Alécio, que ainda assina a coluna "Xeque-Mate", do jornal Correio Popular de Campinas/SP, na edição de hoje, atribui à sua colega também jornalista e diretora de Comunicação da Prefeitura, Monica Monteiro, a responsabilidade por ação de marketing.

A informação está em nota com dois tópicos com os títulos "Olho..." e "...no marketing" respectivamente onde ele diz que a jornalista "...deu o pontapé inicial a um projeto que tem como objetivo valorizar a imagem do prefeito Pedro Serafim usando notas em colunas sociais de jornais, revistas e internet..."

De pronto sou obrigado a me posicionar radicalmente contra qualquer jornalista que busque com seu trabalho apenas a valorização da imagem de quem quer que seja. Como está no título: Jornalismo não é marketing.

Não vou entrar no mérito da veracidade da nota, até porque em coluna o titular escreve o que quer. E ainda que a jornalista Monica Monteiro a desminta, vai ficar o dito pelo não dito. Sendo assim, verdade ou mentira do colunista, não importa muito. O que importa é a conceituação atribuida ao trabalho da jornalista da Prefeitura explicitada na titulação das notas.

Dizer que a jornalista está de "Olho...no marketing" é o mesmo (pelo menos para mim - e olha que lá vai quase 40 anos de jornalismo) que dizer que ela não está fazendo jornalismo e sim marketing. Não faz muito tempo, chamar um jornalista de "marketeiro" era coisa para briga feia.

Há uma verdade aí que não pode ser negada. Já faz também algum tempo que os jornalista que atuam em assessoria de imprensa se acharam no direito de defender com unhas e dentes (quando não outras armas) o seu assessorado muitas vezes, inclusive, sem saber se ele está certo ou errado e em algumas muitas mesmo estando ele errado.

Nos órgãos públicos então esta postura se disseminou aos quatro quantos de todos os poderes em todas as esferas. E quanto mais poderoso o assessorado, mais poderoso porta-voz e defensor se faz o assessor.

O problema é que Monica Monteiro, ou fosse lá quem fosse, não tem muita alternativa diante do abacaxi que decidiu aceitar descascar. Pedro Serafim mal é prefeito, pelas próprias circunstâncias em que chegou ao cargo e, por isso mesmo, não pode fazer muito. É aí que entra o assessor de imprensa jornalista ou marketeiro. Se jornalista, não vai divulgar nada, pois o prefeito não está fazendo nada. Se jornalista/marketeiro vai tentar melhorar a imagem do chefe. E aí, vai se afundar junto comm ele...

Ivy Lee, o pai das relações públicas, era jornalista e foi o primeiro a brir um escritório de relações públicas em Nova Yorque e teve como um dos clientes John Rockefeller Jr, dono da Colorado Fuel an Iron Co.
Seu lema era: "O POVO DEVE SER INFORMADO" e seu princípios:

“Este não é um Departamento de Imprensa secreto. Todo nosso trabalho é feito às claras. Pretendemos divulgar notícias, e não distribuir anúncios. Se acharem que o nosso assunto ficaria melhor como matéria paga, não o publiquem. Nossa informação é exata. Maiores pormenores sobre qualquer questão serão dados prontamente e qualquer redator interessado será auxiliado, com o máximo prazer, na verificação direta de qualquer declaração de fato. Em resumo, nossos planos, com absoluta franqueza, para o bem das empresas e das instituições públicas, é divulgar à imprensa e ao público dos Estados Unidos, pronta e exatamente informações relativas a assuntos com valor e interesse para o público”

Em suma, se a assessoria de imprensa da prefeitura levar em consideração o lema e os princípios de Ivy Lee, talvez não seja necessário "um projeto que tem como objetivo valorizar a imagem do prefeito" e que permita ser chamado de marketeiro por quem quer que seja.

O PÚBLICO QUER SER INFORMADO!

ABRA AS PORTAS AOS JORNALISTAS!

terça-feira, 15 de novembro de 2011

OLHA O JORNALISMO QUE O CORREIO POPULAR FAZ

É OU NÃO É IMPOSSÍVEL DEIXAR DE REFLETIR SOBRE?...

"Paciente paga com dólares conta do hospital e é preso"
- Página A6

Esta é a chamada de capa. O que podemos depreender deste título usado como chamada? Simples não? Alguém foi ao hospital e, por usar dólares irregularmente no pagamento de conta de hospital acabou preso. Mas será isto mesmo?

Mudando da água para o vinho.
A matéria está no alto da página 6 do primeiro caderno sob a rubrica 'CRIMINALIDADE/MIGRAÇÃO' e o título: "Polícia Civil apura fuga de bando carioca para a região"

E o paciente que pagou o hostpial com dólares da chamada da capa? Ha, bem, a relação começa no abre da matéria onde o jornal diz: "Morador do rio é preso após usar US$ 8 mil para pagar hospital em Campinas".

A matéria assinada por Natan Dias, da Agência Anhanguera, começa assim: "A Polícia Civil investiga a fuga de criminosos da favela Rocinha para Campinas desde ontem, quando um procurador da Justiça Federal, morador na Ladeira do Morro da Saúde, no rio de Janeiro, foi preso no hospital Samaritano. A polícia chegou a Juarez Tavares, de 52 após denúncia anônima no telefone 190 da Policia Militar(PM)- (não tenho a menor idéia do por que da sigla depois da extenso aí). Funcionários do hospital desconfiaram após Tavares conseguir, através de uma ligação telefõnica, US$ 8 mil para fazer um depósito de caução para pagar a internação e passar por uma cirurgia devido a um problema de úlcera."

Bem, a matéra segue sem explicar porque os funcionários do hospital desconfiaram do paciente, teria o fato de ser negro contribuido para a desconfiança?, Se o hospital aceita ou não dólar como caução, se aceita por que desconfiar do paciente em questão?
Mais adiante a o texto diz que "a polícia apreendeu US$ 6,3 mil até que se apure a procedência do dinheiro..." Por que só US$ 6,3 mil se o paciente pagou US$ 8 mil a matéria tb não explica.

Então, tem muita coisa a ser explicada ou não tem?

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

O JORNALISMO DA RAC VALE DUAS PASSAGENS DA AZUL!

RAC VENDE GATO POR LEBRE

Campinas amanheceu hoje com uma grande mostra do desrespeito que a RAC - Rede Anhanguera de Comunicação tem pelo Jornalismo, pelos Jornalistas que produzem seus veículos e principalmente pelos leitores.
O jornal Correio Popular, principal veículo do grupo, foi distribuido hoje para bancas e assinantes com uma ação publicitária que prova por A + B quanto vale o jornalismo para a RAC: duas passagens aéreas, de ida e volta, da Azul para qualquer cidade brasileira atendida pela empresa aérea.
Para isto, a RAC vendeu tres nobres páginas da sua edição de hoje, a página 2; a tres e a cinco. E o que isto significa? Significa que a RAC não tem o menor respeito pelo Jornalismo e por seus leitores. Afinal nestas páginas são veiculados o pensamento do jornal, de alguns articulistas (que ela se gaba por ter em seu quadro) e também dos leitores na Coluna Correio do Leitor (que ela se gaba por ter sido a primeira a inserir foto do leitor que envia carta).
A importancia foi trocada por duas mera passagens aéreas. Probre Jornalismo. O que a RAC faz com ele?!

O MOTE DA CAMPANHA
A troca do Jornalismo por dua meras passagens aéreas funciona, segundo os anuncios de hoje, assim:
- quem fizer uma nova ou renovar a assinatura do monstrengo por dois anos ganha duas passagens de ida e volta da Azul.
A assinatura nova ou renovada custa 3 X R$ 450,00 ou seja R$ 1.350,00
A viagem pode ser escolhida até 30 de novembro de 2012, não pode ser transferida, é pessoal e vc só viaja se tiver lugar (ou assento no linguajar da aérea). A azul não se responsabiliza por atrasos, cancelamentos e demais prejuizos (o que seriam estes demais prejuizo no linguajar da aérea?). Voce só recebe os vouchers (passagens no linguajar das aéreas) depois de confirmado o pagamento e se parcelar e cancelar a assinatura antes do termo final (no linguajar da RAC) fica obrigado a devolver o valor das passagens de ida e volta.
E mais ainda no período de um ano vai sobrar pra vc alguns poucios dias que ninguem quer viajar para vc usar sua passagem. Então, sabe aquele feriadão...kkk pode esquecer a promoção não cobre!
Enfim, como a gente sabe, promoção e tudo pra eles nada pra nós.
Fique esperto, ninguem faz milagre, especialmente quem não respeita o Jornalismo!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

QUE PUTA QUINTA HEIN...

MORRE UM ÍCONE DA ERA DIGITAL
O visionário fundador da Apple, Steve Jobs, morreu ontem, com cancer, no EUA. Não é uma pena que a genialidade do cara o tenha levado para construir um império fundamentado na tecnologia e não para a cura da doença?
Agora é tarde. O gênio se foi...

LONA DE CIRCO COBRE CAMPINAS
A população da cidade de Campinas, no interior de são Paulo - Brasil, tem vivido momentos de muita tensão política. O prefeito foi cassado. O vice assumiu, mas o dono de um circo garante que quando vice, o atual prefeito, cobrou R$ 180 mil reais de propina para a lona ser eguida em local proibido. Um secretário de cultura, caído de paraquedas no cargo, assinou a autorização e o circo se instalou. Alguém resolveu cancelar a autorização para o circo funcionar e a palhaçada está formada. No centro do picadeiro, o vice que está prefeito por medida judicial...

INTERDIÇÃO PARA INGLES VER
Ainda na mesma cidade de Campinas, a prefeitura decidiu interditar um prédio de apartamentos por perigo de toxicidade dos moradores por uma antiga contaminação do solo. O prédio vai ser interditado mas ninguém precisa sair senão quiser. Ou seja "tá interditado" mas nem tanto...

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

NA CONTAMINAÇÃO DO MANSÕES SANTO ANTONIO O EMPURA-EMPURRA CONTINUA

PREFEITURA INTIMOU A CONCIMA QUE NÃO DEU A MÍNIMA À INTIMAÇÃO

E tudo ficou por isto mesmo. Ontem, mais uma vez um grupo não muito pequeno de pessoas se juntou no salão anexo ao plenario da Camara municipal de Campinas, também conhecido como plenarinho.Eles estavam ali para discutir, pela 'enésima' vez, a questão da contaminação no bairro Mansões Santo Antonio, em Campinas/SP - Brasil.

Na mesa dirigente dos trabalhos da reunião, presidindo a sessão estava o vereador Dario Saadi, o diretor da Cetesb alberto Degressi, o proprietário da Concima Fábio..., a secretária de meio ambiente e mais alguns integrantes da prefeitura. No plenário, moradores da torrea "A" do condomínio Parque Primavera, compradores de apartamentos das torres "B" e "C", além de mais alguns interessados direrta e indiretamente na questão da contaminação que não atinge apenas o terrenos onde se assentam os prédios construidos pela Concima.

Uma intimação levada à Concima pela prefeitura no dia 23 para que a construtora desse início, no prazo de dez dias, a um processo de extrusão de gases existentes no subsolo do bloco "A", acabou sendo o foco principal da discussão. Todos queriam saber se a Concima cumpriria a intimação e caso não o fizesse qual seria a postura da prefeitura uma vez que chegaram a divulgar a interdição do bloco "A".

Pois a Concima confirmou que não cumpriria a intimação por falta de recursos financeiros. Os representantes da prefeitura titubearam em relação ao que fazer e o vereador Dario Saadi encontrou uma forma de permitir que o problema fosse novamente "tocado com a barriga" sugerindo que a Concima faça pelo menos umas medições de possível escape de gas para dentro de apartamentos do térreo do bloco "A", a cada tres meses, para evitar a interdição.

E a reunião acabou assim. Tudo como dantes no quartel de abrantes. Ou melhor: 'QUEM ESTÁ FORA NÃO ENTRA E QUEM ESTÁ DENTRO NÃO SAI', um verdadeiro samba do criou doido.


A CONTAMINAÇÃO.

O caso se arrasta há mais de dez anos. Oficialmente há nove, quando deram por descoberta a contaminação de resposnabilidade da Proquima, ima industria quimica que funcionou no bairro por mais de 20 anos até vender o terreno para a Construtora Concima cujos dirigentes decidiram erguer ali algumas torres de apartamentos de um condomínio residencial que recebeu o nome de Parque Primavera.

Inciada a obra deram conta de que o terreno onde subiam os prédios estava contaminado, seriamente contaminado por produtos quimícos altamente poluentes. Parem as obras! A determinação foi coumprida quando três torres já estavavam de pé e faltavam construir mais cinco totalizando as oito do condomínio. enquanto se discutia o que fazer com o terreno contaminado, a prefeitura cedeu habite-se para os compradores dos apartamento da torre "A" e eles lá se instalaram. Como as outras duas ainda não estava prontas. Ficaram por acabar, apesar dos compradores terem quitado a dívida pela compra dos apartamentos.

Assim uns ficaram dentro outro fora. E tome o samba do crioulo. "QUEM ESTÁ FORA NÃO ENTRA, QUEM ESTÁ DENTRO NÃO SAI".

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

SUBINDO A IMIGRANTES

RUMO A SÃO PAULO UMA SEMANA APÓS O MONSTRUOSO ENGAVETAMENTO

A sensação que tive ao dirigir pela Rodovia do Imigrantes no sentido Santos/São Paulo,neste domingo dia 25 de setembro, foi que a a Ecovias, empresa responsável por administrar a rodovia sob consessão, tentou usar uma forma simples e prática para evitar engavetamentos em dia de muita neblina.
Mesmo diante do grande volume de veículos cujos motoristas ruaavam em direçãoa São Paulo, a Ecovias não abriu a pista descente para uso na subida. Assim o congestionamento no iniício da subida foi inevitável e, por conseguinte, a velocidade não passou de 40 km/hora.
Depois da serra porém, os motoristas voltaram a desenvolver velocidades até superiores aos 120 km/h permitidos para a estrada sem que nenhum problemas a não ser os radares fixos facilmente driblados pelas inúmeras viagens na estrada e eaté mesmo pelos gps da vida.
Havia também, nitidamente, um certo medo dos motoristas em se aventurarem em avanço de velocidades, ultrapassagens perigosas e freadas bruscas depois do grande engavetamente. A consciência de uma direção defensiva parece ter "baixado" nos motoristas e isto pode certamente vencer a perigosa neblina.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

LEMBRAM DESTA POSTAGEM?

sábado, 3 de outubro de 2009
QUIOSQUE DA BRAHMA NA NORTE SUL ENGANA NO BLACK
QUEM NÃO TEM COMPETÊNCIA, NÃO SE ESTABELEÇA

O ditado era frequentemente lembrado por minha velha mãe. E continua oportuno ainda hoje. Tem muita gente querendo fazer o que não sabe e aí...

Sexta-feira, dia 2 de outubro, noite quente em Campinas e, portanto uma boa oportunidade para um bom chopinho. Depois que a Brahma lançou o Black, tenho procurado as casas que oferecem o produto pois é realmente muito gostoso.

Não faz muito tempo abriram um "Quiosque da Brahma" na avenida Norte/Sul. Nas diversas passadas pela frente do estabelecimento a curiosidade era sempre despertada. Afinal era mais um espaço onde o Black parecia estar presente.

Pois na noite de sexta, junto com a família, resolvi conhecer o novo espaço que não é apenas um quiosque mas um bar bem maior incluindo ambiente fechado e com ar refrigerado.

Escolhemos mesa ao lado de fora e enfatizamos no pedido. Três Blacks e uma Pepsi lata. Quando os chopps desceram à mesa nos copos próprios para a bebida pelo manual do fabricante fomos tomados de surpresa. O líquido dentro do copo não passava de chopp preto e não o especial Black.

Reclamamos com o garçom e solicitamos a presença do responsável. O proprietário nos atendeu. Explicamos que o chopp servido ou não era Black ou estava muito mal tirado. Ele retrucou dizendo que era sim o Black.

"Do balcão até a mesa ele fica assim mesmo", ele tentou justificar.

Até poderia fazê-lo a quem não conhece o Black bem tirado (Braz Pizzaria, Quiosque Brahma do Shopping D. Pedro, Catedral do Chopp...)mas para bom bebedor soou como piada.

Pior ainda, o homem insistiu e disse que a Brahma era responsável por aquele chopp que ele mesmo reconheceu não estar bom. "A Brahma manda chopp diferente cada vez que entrega. e aí fica assim mesmo".

Diante do reconhecimento da péssima qualidade do chopp pelo próprio dono do estabelecimento. Imaginei que não haveria necessidade de pagar a conta, pelo menos dos quatro chopps pedidos e deixados na mesa praticamente intocados.

Pois não é que o cara cobrou o chopp ruim que não bebemos? R$ 25,30 por 4 chopps não bebidos e uma Pepsi lata, incluindo 10% do garçom.

O alerta está feito e cópia desta postagem está seguindo para o SAC da Brahma. Espero que a empresa descredencie a casa pela incompetência no servir o melhor chopp do momento: o Black.

Na foto, o pagamento dos chopps cheios. O conteúdo do copo vazio foi jogado na canteiro dinate do bar.

Eu aquela casa não engana mais. Saí de lá e fui direto para a Braz Pizzaria curtir o verdadeiro Black Brahma e pizzas de qualidade ímpar.

Quem quiser arriscar.. fique a vontade. Quiosque da "Brahma" na Norte Sul. Vai lá vai...


Postado por Gilberto Gonçalves, mtb 11576 às 08:16 0 comentários Links para esta postagem
Marcadores: braz pizzaria, campinas, chopp, Norte Sul, quiosque da Brahma

O PROPRIETÁRIO ACIONOU A JUSTIÇA
E OLHA NO QUE RESULTOU A AÇÃO!


1. TJ-SP
Disponibilização: quinta-feira, 14 de julho de 2011.
Arquivo: 1108
Publicação: 30
CAMPINAS 2ª Vara do Juizado Especial Cível
114.01.2010.007241-0/000000-000 - nº ordem 420/2010 - Cond. Cump. Obrig. de Fazer ou Não Fazer - EGO 2008 BAR E RESTAURANTE LTDA. X GILBERTO GONÇALVES E OUTROS - Vistos. EGO 2008 BAR E RESTAURANTE LTDA ingressou com a presente ação contra GILBERTO GONÇALVES e GOOGLE BRASIL INTERNET LTDA. Alegou em suma que se dedica à atividade de bar e restaurante sendo franqueado da AMBEV, o que só lhe permite vender produtos desta fabricante. O produto com maior consumo em seu estabelecimento é o Chope Brahma O requerido teria incluído em seu blog mensagem que a autora entende difamatória. Transcreveu na inicial os trechos que entendeu ofensivos. Afirmou que as afirmações do réu causaram sérias conseqüências à sua imagem, "causando inclusive o rompimento do contrato de franquia e encerramento de suas atividades". Notificou o primeiro réu para que retirasse o "texto difamatório" e a segunda (Google) par que bloqueasse o acesso ao blog do réu, mas não foi atendida pelos requeridos. Pretende a retirada do "texto difamatório", a retratação do réu, o bloqueio do acesso ao blog do requerido até a retirada do texto em questão e a condenação dos requeridos no pagamento de indenização por danos morais. O pedido de antecipação da tutela foi indeferido (fls. 176 e 194). Os requeridos apresentaram contestações (fls. 237/244 e 251/275). Foi colhido o depoimento pessoal do primeiro requerido (fls. 234) e ouvida uma testemunha (fls. 235). Dispensado, no mais, o relatório (artigo 38 da lei 9099/95). Decido. A autora é uma sociedade comercial que tem por objetivo a prestação de serviços de bar e restaurante (fls. 16). Oferece seus serviços ao publico em geral e, portanto, deve estar preparada para receber críticas ou elogios dos consumidores. Não me parece haver qualquer ilegalidade no fato de um consumidor escrever em seu blog, facebook, twitter ou outros meios de comunicação que não teve uma bo a experiência em determinado estabelecimento comercial, que não aprovou a comida em certo restaurante ou o atendimento em certo hotel. Estas manifestações, sem má- fé, constituem exteriorização do direito de livre manifestação do pensamento garantido no artigo 5º inciso IV da Constituição Federal. Impedir que as pessoas exteriorizem suas opiniões sobre um determinado estabelecimento que freqüentou constitui medida ilegal e sem sustentação. Diferente seria se o requerido com o intuito específico de causar prejuízo à requerente divulgasse dolosamente informação que sabia ser falsa. Não é este o caso dos autos em que houve mera manifestação de opinião e reclamação por parte de um consumidor em relação a um produto servido no estabelecimento da requerente. Ainda que houvesse alguma ilegalidade na conduta do requerido não há qualquer prova nos autos de que ele tenha tal capacidade de mobilização, seja tão conhecido e influente a ponto de uma cr ítica em seu blog gerar a bancarrota de um estabelecimento comercial. Aliás, a própria autora tenta destacar a falta de conhecimento técnico do réu sobre o assunto e se isso for verdade seria mais uma razão para não crer que uma opinião negativa do réu gerasse prejuízo relevante á autora. Nada nos autos indica que o réu seja uma espécie de "Robert Parker do chope". Não me parece razoável afirmar que alguém vai formar sua convicção sobre um determinado fornecedor com base em uma opinião isolada. Afirmar que a AMBEV romperia um contrato comercial com base na opinião de apenas um consumidor é, data vênia, pueril. Caso se adote o posicionamento pretendido pela requerente teríamos que eliminar dos jornais e revistas todas as críticas de teatro, cinema, restaurantes, livros, ou só permitir opiniões positivas ! Se um crítico pode escrever em um jornal ou revista de circulação nacional que determinada peça de teatro é ruim, que os atores não estavam b em, ou que o atendimento em determinado restaurante deixou a desejar porque não pode o requerido exprimir em seu blog a opinião sobre o chope servido pela autora ? Não assume qualquer relevância o fato de o autor ter ou não pós graduação em degustação de chope pois não se exige tanto para dizer que não gostou de determinado chope, que ele não foi bem tirado ou que ele não parecia ser o "especial Black". Não vislumbro também qualquer ato ilícito praticado pela segunda ré, Google. Ela não pode fazer cesura prévia de tudo o que é postado. E não me aprece que tivesse a obrigação de bloquear o acesso ao blog do primeiro requerido simplesmente porque este emitiu opinião sobre o chope servido pela requerente. Quanto ao pedido contraposto (fls. 243/244) dispõe o artigo 31 "caput" da lei 9099/95 que: "Não se admitirá a reconvenção. É lícito ao réu, na contestação, formular pedido em seu favor, nos limites do artigo 3º desta Lei, desde que fundados nos mesmos fatos que constituem objeto da controvérsia" Os fatos que constituem objeto da controvérsia são as afirmações feitas no blog do requerido. O pedido contraposto não está fundado nestes fatos e, portanto, não pode ser conhecido nestes autos. Ante o exposto julgo IMPROCEDENTES os pedidos feitos pela autora e deixo de conhecer do pedido contraposto. Sem custas e honorários nesta fase (artigo 55 da Lei 9099/95). P.R.I.C. Campinas, 22 de junho de 2011. ROBERTO CHIMINAZZO JUNIOR Juiz de Direito - ADV GERALDO AUGUSTO DE SOUZA JUNIOR OAB/SP 126870 - ADV NAIRA ADRIANA FERREIRA SOUTO OAB/SP 89238 - ADV EDUARDO LUIZ BROCK OAB/SP 91311

sábado, 21 de maio de 2011

PELA SAÍDA DO PREFEITO DE CAMPINAS

CARTA ABERTA À POPULAÇÃO DE CAMPINAS

Nós, cidadãos reunidos para a 9ª Conferência Municipal de Saúde, estarrecidos com o exposto através da operação deflagrada hoje pela polícia e Ministério Público, decidimos vir a público nos manifestar.

É vergonhosa a situação em que o governo Hélio colocou a cidade de Campinas! Enquanto o patrimônio público é dilapidado por esquemas de corrupção deste governo, a Saúde, assim como outras políticas sociais, sofre com a redução de recursos financeiros acarretando a falta de materiais, medicamentos, profissionais levando a piora da qualidade de assistência à população.

Diante disso, exigimos:

1. Que as investigações sigam até fase conclusiva e que todos os envolvidos sejam devidamente punidos

2. Afastamento imediato do atual Prefeito Dr. Hélio e todos os ocupantes de cargos neste governo envolvidos com o esquema de corrupção sob investigação.

3. A participação popular na administração deste momento de absoluta crise na cidade de Campinas, resguardando assim os interesses da população.

Convocamos os cidadãos a se somarem aos movimentos públicos de manifestação a favor da justiça e respeito ao exercício ético da política em nossa cidade, em nosso país!

Campinas, 20 de maio de 2011.


Subscrevem os cidadãos reunidos para a
9ª Conferência Municipal de Saúde de Campinas

sexta-feira, 20 de maio de 2011

BYE, BYE, HÉLIO!

COLETIVA NA CAMARA TEVE AR DE "FORA HÉLIO"

Depois da coletiva pela manhã e da visita dos integrantes da comissão da camara ao Ministério Público a sensação de "FORA HÉLIO" cresceu consideravelmente!



Do fugitivo Francisco de Lagos, Secretário de Comunicação da Prefeitura de Campinas e amigo intimo do prefeito, quando capturado será que vão quere saber onde ele arrumou dinheiro para construir aquele bar luxuoso "Jockey Pianos Bar" que não deu em nada? Onde foi parar o dinheiro?

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

ANTAS X CAPIVARAS: A BRIGA CONTINUA

TERRA DAS ANDORINHAS GANHA APELIDO DE TERRA DAS CAPIVARAS
























A cidade de Campinas é, sem dúvida, uma das mais importantes do estado de São Paulo e até mesmo do Brasil. Tem peso político para discutir com o governo federal temas como o TAV - Trem de Alta Velocidade e a ampliação do Aeroporto de Viracopos. É sede de uma das principais universidades do Brasil e reconhecida mundialmente que é a Unicamp. É sede também do Instituto Agronomico de Campinas cuja história ultrapassa as fronteiras do país. Tem o mais moderno Instituto de Tecnologia de Alimentos - ITAL.

Hoje o prefeito é um médico, de carreira respeitosa, com passagem, inclusive, pela própria Unicamp. O Dr. Hélio como fez questão de ser conhecido politicamente faz o seu segundo mandato à frente do poder executivo. Em 2012 ele completará 8 anos no comando municipal. Apoiado pelo PT, ele que é integrante do PDT, conseguiu armar um time respeitado de assessores. Se não fez melhor foi porque não quiz pois não falta "mão de obra" disponível no mercado local.

CAPIVARAS
Enquanto o prefeito e muitos de seus assessoresenfrentam reuniões e reuniões em Brasília para discutir o TAV e Viracopos, um pequeno problema, surgido na cidade até mesmo antes das gestões do DR. Hélio, foi crescendo, crescendo para prometer explodir neste final de segundo mandato: capivaras no espaço público.

Para provar que o problema rola há muito tempo, vejam o que diz a matéria publicada na revista Terra da Gente de setembro de 2009: "A partir de 1999, o Ibama passou a articular um grupo de especialistas, agregando universidades e outras instituições estaduais e municipais, para discutir uma proposta de manejo. "Vários grupos de pesquisadores estudam as populações de capivaras. O que estamos tentando fazer é juntar todas essas experiências para elaborar um plano de manejo estadual de capivaras em São Paulo, e direcionar as formas de manejo para cada caso. Mas isso ainda não está pronto", explica Marli Penteado, analista ambiental do Ibama e doutoranda do Laboratório de Ecologia Animal da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP)"

Ou seja, há doze anos o problema foi apontado e o Plano de Manejo até hoje, ninguém sabe ninguém viu. O Dr. Hélio, também não lógico. Deixou o barco correr esperando que seus assessores buscassem solução para o problema. Eles buscaram e o Ibama apontou o caminho para a solução: sacrificar os 20 animais confinados no Lago do Café. O secretário de Saúde, acatando decisão de órgão federal, anunciou que as capivaras seriam sacrificadas.

Mas não é que o médico Dr. Hélio esqueceu que era médico, e mesmo sendo um caso de saúde pública (da sua área profissional), decidiu desabonar (PELO TWITTER) o secretário e colega médico proibindo o sacrifício dos animais. Além de desabonar seu secretário, escolhido a dedo, e colega médico, ainda desrespeitou decisão de órgão federal, portanto muito acima de sua comezinha condição de prefeito municipal (ainda que seja de Campinas.

Na verdade, no meu modesto modo de entendedor do assunto, eu acho que tem muita ANTA pra pouca capivara.

Se apontaram cerca de 50 pessoas no manifesto em favor das capivaras no domingo dia 13, em frente ao portão do Lago do Café em Campinas, e cada uma delas resolvesse ADOTAR um dos 20 animais ameaçados de morte, ainda ia faltar capivara. A diferença poderia ser compensada com animais de vários outros parques públicos e avenidas de Campinas onde este animais vivem confortavelmente.

Assim, para o bem ou para o mal estou lançando a campanha "ADOTE UMA CAPIVARA", cujo garoto propaganda não poderia ser outro que não o próprio prefeito por seu digno ato em favor da vida dos animais.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

NEM PORRADA PÁRA MEU JORNALISMO

OS IGNORANTES E VIOLENTOS NÃO SABEM O QUE É JORNALISMO!


Mastrodontes, ignorantes e violentos, Renato de Souza dono da Soterra Terraplanagem, seu filho Eloy de Souza e o operário Claudio Roberto de Carvalho se juntaram para tentar impedir, na manhã de terça-feira dia 18, que eu fizesse o meu trabalho de jornalista acompanhando os funcionários da Sucen pulverizando residências do bairro Santa Cândida no combate à dengue. Eles arrancaram a máquina fotográfica da minha mão, me agrediram com socos e pontapés e me ameaçaram com uma barra de ferro. Como os ignorantes são incapazes de entender o trabalho jornalístico, quando ‘acham’ (ignorante acha, não pensa, nem entende) que estão sendo prejudicados, mostram o que são de verdade por dentro da imagem de ser humano.
São seres que conseguiram apenas se por de pé. Avançaram do estágio de rastejantes e quadrúpedes apenas no corpo mão não no cérebro. Assim, desprovidos de massa cinzenta e muito bem providos de massa muscular eles não tem o menor escrúpulo em usar a força para tentar impor sua vontade, seja ela qual for. Bastou ver a máquina fotográfica apontada para o interior da empresa onde estavam os funcionários da Sucen para fazer a pulverização e por acreditarem que a divulgação daquela imagem os prejudicaria de alguma forma, partiram para uma covarde e humilhante agressão (tres contra um) a este franzino e idoso jornalista. Na tentativa de fugir dos agressores fui derrubado, e caído ao chão, fui agredido de maneira selvagem por Eloy de Souza estimulado pelos gritos do pai: “Isso mesmo. Dá nele. É isso que esse safado merece”.
Os socos e chutes só pararam quando o agressor percebeu que se continuasse, sua vítima poderia mesmo sucumbir. Isto tudo em plena via pública e diante de olhos complacentes de outros operários da firma e dos próprios funcionários da Prefeitura e da Sucen. Ninguém ousou sequer esboçar reação no sentido de evitar a ignóbil ação daqueles três pseudo-homens. Por fim, não bastando os socos e pontapés, o mais forte dos três decidiu juntar à sua força uma barra de ferro e avançou em minha direção. Pensei que não escaparia daquela saga animal, mas meu corpo franzino e meu razoável preparo físico possibilitaram uma desabalada corrida que não pode ser acompanhada pelo mastrodonte.
Num breve intervalo da fúria consegui chegar até meu carro estacionado próximo ao galpão da empresa e saí dali rapidamente em busca de ajuda.
Voltei ao local algum tempo depois acompanhado de uma equipe da Policia Militar. Um dos PMs declarou detidos os três agressores e exigiu que eles o acompanhassem até o 4º. DP. Antes os fizeram devolver a máquina fotográfica, que foi entregue toda danificada e sem o cartão de memória. Não bastando a violenta agressão eles apelaram ainda para a má fé, escondendo o cartão de memória, para evitar a publicação de possíveis fotos desabonadoras à empresa. Descobertos na tentativa não tiveram outra saída que não fosse devolver o cartão. Daí então todos seguimos par o distrito policial mais próximo.
O RDO – Registro Digital de Ocorrências, recebeu o número 900003/2011 onde os três agressores constam como indiciados e com o qual o Departamento Jurídico do Jornal Alto Taquaral dará sequência ao processo, no sentido de levá-los a juízo para que sejam responsabilizados por todos os danos.
Jornalismo X Violência
Hoje, dois dias após, o corpo ainda sente dores resultantes das pancadas. Não podia ser diferente diante da forma covarde como se deu a agressão. Mas acima de tudo há a satisfação do dever e do compromisso firmado em juramento ao final do curso superior de jornalismo cumpridos. Há aqui uma bela lição para os jovens que sonham com a carreira jornalística. Isto não é ficção. Acontece mesmo. Principalmente com os profissionais que se assumem verdadeiramente como tal. Na minha carreira profissional este tipo de reação ignorante e violento ao meu trabalho não é a primeira e por certo não será última vez que acontece.
Que reações mais ignorantes e mais violentas podem vir, estou tranquilamente ciente. É a única maneira que eles encontram para calar a voz da verdade. Do contrário ela não se cala, não por prazer, mas pelo compromisso já citado aqui e porque também os ignorantes vão continuar errando (talvez até, levados pela própria ignorância, acreditando estarem acertando) e assim continuarão sendo denunciados. E assim será quantas vezes forem descobertos, até que aprendam como fazia Pavlov com seu ‘reflexo condicionado’.
Apesar de tudo basta saber que o jornalismo venceu mais uma vez a ignorância e a violência. Eles tomaram a câmera digital, deram socos e pontapés e vibraram barra de ferro para impedir a foto. Não adiantou nada. Ela está aqui, nua e crua como foi feita de fora da empresa com a ajuda de um potente zoom de 20x, coisa da tecnologia que muitos ignorantes ainda desconhecem . Ela mostra os funcionários da Sucen se preparando para pulverizar o galpão da SóTerra Terraplanegem. Nada além disso. Para os ignorantes porém ela poderia mostrar muito mais, se o fotógrafo quisesse o que é impossível se o muito mais não existir. Mas talvez exista mesmo e por isso o medo deles. Afinal por que haveriam de estar lá os funcionários da Sucen com seus pulverizadores se o local não fosse, ao menos, suspeito de conter criadouros do mosquito da dengue? Se há ou não, não ficamos sabendo. A foto está aí, independente da violência e agressão. O leitor que tire suas conclusões. Por que a Sucem foi pulverizar o barracão da Só Terra?
Eu, aqui com meus botões e dores, vendo a foto publicada, racho de rir dos ignorantes. Pobres coitados.
O Jornalismo venceu mais uma. kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

COCA COLA 'SACANEIA' CRIANÇAS NO INTERIOR DE SÃO PAULO

AS QUE TIVEREM CARTAS SORTEADAS, ÓTIMO. AS OUTRAS, ...
PAUTA:
Tradicional Carreata de Natal da Coca-Cola passa pelas ruas de 19 municípios do interior de São Paulo
Coca-Cola quer tornar a magia do Natal realidade e espalha alegria em ruas de várias cidades

Tradicionais carreatas de natal, com a presença do Papai Noel, vão circular em 19 municípios do interior de São Paulo, entre eles São José do Rio Preto, Bauru, Marília, Barretos e Presidente Prudente

CURITIBA, 09/12/2010 – Unidos tornamos a magia do Natal realidade! Esta é a mensagem da Coca-Cola para este natal, que está ganhando as ruas de 19 municípios do interior de São Paulo, desde o dia 03 de dezembro, com sua tradicional carreata realizada pela Spaipa.

As próximas cidades a receber a Carreata de Natal Coca-Cola são Bauru e Fernandópolis (dia 10); Jaú e Jales (dia 11); Ourinhos (dia 11), Mirassol e Tupã (dia 14); Lins e Bebedouro (dia 15); Barretos e Presidente Prudente (dia 16); Catantuva e Marília (dia 16); São José do Rio Preto, Garça e Vera Cruz (dia 18), sempre a partir das 20 horas. A programação vai até o dia 18 de dezembro e o trajeto dura cerca de 2h30. O público do Paraná também pode conferir a atração.

Na carreata, os caminhões, decorados e iluminados, desfilam levando o Papai Noel, com muita música e animação. Durante o trajeto, o Bom Velhinho recebe cartas de crianças com diversos pedidos. A Coca-Cola seleciona alguns dos pedidos recebidos e presenteia as crianças com uma visita surpresa do Papai Noel na casa delas. (O NEGRITO É NOSSO)

Além de realizar a Carreata de Natal Coca-Cola no Paraná e interior de São Paulo, a Spaipa também está patrocinando o Natal de Luz de Cascavel. Na praça da catedral da cidade paranaense, até o dia 24 de dezembro, a previsão é de que mais de 15 mil pessoas visitem a Casa do Papai Noel, preparada especialmente pela Coca-Cola.

Em Curitiba, a franqueada da Coca-Cola também patrocina a Árvore Encantada, do Hotel Radisson, que desde o dia 03 de dezembro, recebe as cores, músicas e a magia do natal. A Árvore Encantada é uma estrutura cenográfica coberta, em formato de árvore gigante, iluminada por mais de 50 mil lâmpadas e que ganha vida com 60 crianças e adolescentes do Coral Curumim, que interpretam o tradicional auto natalino e o pastoril brasileiro. As apresentações acontecem sempre às 21 horas, nos dias 10, 17 e 22 de dezembro, em frente à Praça do Japão, no bairro Batel.

Também a Árvore de Cristal, preparada pela Fundação de Ação Social da Prefeitura de Curitiba, tem patrocínio da Spaipa. A árvore, que foi inaugurada no dia 6 de dezembro, foi produzida com garrafas PET doadas pela franqueada da Coca-Cola e ficará exposta no centro da capital, até o dia 5 de janeiro.
Programação da Carreata de Natal Coca-Cola no interior de São Paulo:
Data Dia da
semana Cidade
8-dez Quarta-Feira BARIRI
9-dez Quinta-Feira DRACENA
9-dez Quinta-Feira IBITINGA
10-dez Sexta-Feira BAURU
10-dez Sexta-Feira FERNANDOPOLIS
11-dez Sábado JAU
11-dez Sábado JALES
13-dez Segunda-Feira OURINHOS
14-dez Terça-Feira MIRASSOL
14-dez Terça-Feira TUPÃ
15-dez Quarta-Feira LINS
15-dez Quarta-Feira BEBEDOURO
16-dez Quinta-Feira BARRETOS
16-dez Quinta-Feira PRESIDENTE PRUDENTE
17-dez Sexta-Feira CATANDUVA
17-dez Sexta-Feira MARÍLIA
18-dez Sábado SÃO JOSÉ DO RIO PRETO
18-dez Sábado GARÇA - VERA CRUZ

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

CORREIO POPULAR ANUNCIA DEGUSTAÇÃO DE CAMA

CAMA MASSAGEADORA E APARELHOS DE INFRAVERMELHO PODEM SER DEGUSTADOS

O texto foi produzido especialmente para a Agência Anhanguera por Fábio Trindade. Está na coluna "Giro pela cidade", na página A11 da edição de hoje do Correio Popular.
"DE GRAÇA - Oferta de massagem gratuita intriga vizinhança no centro - Em um local pouco visível, de fachada discreta e apenas uma porta aberta, um grupo de seis moças está "capturando" homens e mulheres que passam pela rua Barão de Jaguara no centro de Campinas, para fazerem massagens gratuitamente.
uma empresa coreana montoum um showroom de degustação dos seus dois produtos, uma cama termomassageadora e um módulo compacto com dois projetores de raios infravermelhos com o intuito de demonstrar os equipamentos que podem custar até R$ 9,7 mil... A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) informou que os produtos estão aprovados para a venda."


Que o repórter não saiba o significado do verbo degustar é um absurdo mas não chega a tanto quanto o editor deixar passar a aberração. Podemos dizer que ele não comeu bola, comeu cama termomassageadora. E olha que são 6 editores: Adriana Vilar, Claudio Liza Junior, Jorge Massarolo, Marcia Marcon, Ricardo Alécio e Ricardo Brandt.
Eles devem ter dividido a degustação da cama termomassageadora e do módulo compacto com dois projetores de infravermelho e aí ficou fácil...rs

MAIS UMA DA EDIÇÃO DE HOJE
A matéria está na página A4 da Editoria de Cidades (a mesma dos seis editores acima) e vem sob a rubrica "VIOLÊNCIA/OUSADIA - Ladrões roubam empresário em subsolo de banco". Ah, voce quer saber qual é o Banco? Então leia quase todo o confuso texto de Natan Dias para descobrir que foi no Itaú. Mas não pense que vai saber em que agência não, ele não diz. Mas como?
Pois é há uma regra em técnicas de redação jornalística para organizar o texto de forma a facilitar a vida do leitor. Tá bom, talvez o pobre repórter não saiba dela, mas os seis ediotres tem obrigação de saber: QUE, QUEM, QUANDO, ONDE E POR QUE são questões que devem estar respondidas já no primeiro parágrafo.
Mas se sabem disso então porque não aplicam a regra que aprenderam na escola? Porque o patrão não deixa. No caso específico a matéria envolve dois fortes anunciantes, Itaú e Extra Supermecados e estas instituições não gostam de ver seus nomes em matérias jornalísticas que possam denegrir a sua imagem.
Assim, a ordem é esconder ao máximo o nome delas e os repórteres e editores cumprem a ordem (ao invés da regra) à risca, caso contrário vão aplicar a regra no olho da rua.

OS SALÁRIOS DOS JORNALISTAS:
RESQUICIOS DE DINHEIRO DO CRIME E DA PROSTITUIÇÃO

Caramba... Isto é verdade mesmo? É. ainda que possa ser de forma infinitamente pequena, os salários dos jornalistas da RAC - Rede Anhanguera de Comunicação, também conhecida como Ruim Antes de Cristo, tem origem em esquema criminoso de venda de diplomas que o Correio Popular divulga através de anúncios classificados da mesma forma como faz com anuncios classificados de prostituição publicados como ACOMPANHANTES/RELAX.
No caso dos diplomas cujo anúncio continua sendo publicado pelo Correio Popular, foi a própria equipe de jornalismo da casa quem denunciou o "esquema criminoso" assim identificado na matéria.
No caso dos anúncios de prostituição a coisa é tão escancarada que ninguém mais liga. Expressões do tipo "apertadinha", "cheirosinha", "adoro oral", faço tudo sem frescura", "peitão", "bumbum grande", "deliciosa-18 anos" permeiam os anúncios pagos cuja grana vai para o caixa geral da empresa e depois é transformado em pagamentos, inclusive salários de jornalistas.

sábado, 25 de setembro de 2010

SHOPPING THE MALL CENSURA JORNAL DE BAIRRO

DIREÇÃO MANDA REVISTARIA DEVOLVER JORNAIS

A edição de número 0029, referente ao mês de setembro do jornal ALTO TAQUARAL foi censurada pela direção do Shopping The Mal localizado na avenida Guilherme Campos.
Ao realizar a entrega regular dos exemplares na Revistaria The Mall para que o estabelecimento pudesse, como vinha fazendo há mais de dois anos, ter disponível o jornal para consumidores interessados, o jornalista e editor foi convidado a se retirar do local sob ameaça de acionamento da Polícia Militar. A proprietária da revistaria que nunca se negou a receber a publicação gratuita devolveu os exemplares da edição que acabaram de ser entregues por determinação do responsável pela segurança. “O jornal não pode ser distribuído no Shopping é norma” ela ouviu do funcionário e decidiu devolver os exemplares. Quando foi solicitado pelo jornalista a se identificar e ser fotografado o funcionário fugiu se esquivando.
FOTO 1
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Por ter seu direito de expressão e sua liberdade de imprensa enquanto jornalista profissional afrontadas, Gilberto Gonçalves, editor da publicação decidiu tornar público o crime praticado pela segurança do shopping. Dizer que é jornalista profissional e que não estava distribuindo panfletos não adiantou nada frente ao desconhecimento da legislação por parte dos funcionários: “Se o senhor quiser que vá distribui no semáforo, aqui não!”.
A publicação tem registro oficial no Cartório de Registro Civil de Campinas desde 7 de abril de 2007como JORNAL e por conseguinte seus editores e funcionários não podem ser tratados como infratores. Diante disto a direção do Jornal ALTO TAQUARAL espera que o shopping The Mall reveja a medida de proibir a proprietária da revistaria de aceitar o jornal como publicação gratuita a disposição de seus clientes.