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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

ATENTADO À DEMOCRACIA É ISTO!

PM INVADE SINDICATOS DOS JORNALISTA EM SÃO PAULO

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo manifestou sua indignação contra a invasão de Policiais Militares durante a realização do ato em defesa do III Plano Nacional de Direitos Humanos, no dia 14/01. Segundo a entidade, os policiais tentaram intimidar os participantes.

“A intimidação já havia ocorrido por volta do meio-dia durante a entrega protocolada de carta à presidência da República no seu escritório de São Paulo, na esquina da avenida Paulista e Rua Augusta. A PM por duas vezes exigiu saber ‘o nome dos responsáveis’ pelo evento – do qual participaram cerca de 30 pessoas e foi totalmente pacífico”, explica o sindicato.

Segundo o comunicado divulgado ontem (18/01), por volta das 18h, um sargento da PM foi até a sede do Sindicato para saber que tipo de ato estava sendo preparando para a noite. Após as explicações, o sargento pediu o número da carteira de identidade do diretor André Freire. A noite, por voltas das 21h, dois PMs invadiram o auditório lotado e disseram “estar cumprindo ordens superiores”.

“Diante disso, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo exige das autoridades da Segurança Pública no Estado de São Paulo que deem uma resposta a este abuso de autoridade que nos lembra os velhos costumes da ditadura, que não podemos aceitar de maneira alguma”

domingo, 28 de junho de 2009

SINDICATO ELOGIA COLUNISTA POUCO ELOGIÁVEL

CONSULTA TERIA REPROVADO PROPOSTA

Em carta para a Coluna do Leitor do jornal Correio Popular de Campinas, o diretor regional do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, Agildo Nogueira Junior, diz: "...a Regional Campinas do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo (SJSP) parabeniza o articulista pelo texto Clodogil (23/) que, com clareza e objetividade, aponta os erros praticados pela suprema corte brasileira em benefício de grupos econômicos."

Em primeiro lugar é preciso que se diga que diretor nenhum tem o direito e o poder de falar em nome da entidade, em situações polêmicas especialmente, sem que faça um ampla consulta junto aos seus representados.

O elogio não é HUNANIMIDADE e sem a consulta não tem LEGITIMIDADE.

Ainda que o diretor da Regional tenha alertado no início da sua carta para o respeito aos costureiros e costureiras e "mesmo, na maioria das vezes, discordando das posições de Manuel Carlos..." levar consigo todos os sindicalizados em iniciativas como esta, especialmente em relação ao parabenizado cuja presença nas páginas do CP tem sido criticada por integrantes dos mais variados segmentos da sociedade campineira, é um fato grave.

Pessoalmente e até profissionalmente, pois uma coisa é inerente à outra, o diretor da Regional poderia elogiar, parabenizar, louvar enfim se expressar como quizesse em relação ao colunista e seus artigos.

Na mesma página do jornal e na mesma coluna, Márcia Quintanilha, assina também carta de parabéns ao professor Luiz Roberto Saviani Rey, identificando-se como diretora da Fenaj mas em momento algum disse que era a Fenaj, enquanto instituição, quem parabenizava. Mesmo que deixando passar sutilmente esta intensão usando o verbo com o qual inicia sua carta primeira pessoa do plural.

O escorregão do diretor portanto é merecedor de reparos e uma nova carta à coluna retificando sua declaração no que tange o envolvimento da Regional (especificamente), seria de muito bom alvitre.

Como sindicalizado há mais de 30 anos espero que ele o faça.