sexta-feira, 25 de setembro de 2009

LISTA DA PREFEITURA COMEÇA EVAPORAR

MATRICULA DIVULGADA SERIA DE COLUNISTA SOCIAL

Está correndo solta na rede uma mensagem dizendo que "a matrícula 829234, que está na lista oficial da prefeitura, é do Almir Reis. E o salário é R$ 10.178,34. Cargo: AG.SUPORTE TÉCNICO DEPTO.DE TURISMO".

Como não concordo com isso tipode coisa e até para comprovar a veracidade da informação, não tive dúvidas, redirecionei a mensagem para o Ministério Público.

Vamos aguardar.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

NELSON HOMEM DE MELLO DE FRANKFURT

ANTONIO FORNAZIERI JR DA REDAÇÃO DA RAC

Mais uma vez a gloriosa Ruim Antes de Cristo mostra como é "boazinha" com seus funcionários.

E a prova cabal desta política de "premiar" (com o dinheiro dos outros, diga-se) está na edição de hoje do "motor" que mostra "o brilho do São de Automóveis de Frankfurt".

Na página dois o editor Antonio Fornazieri Jr, escreveu:

"Não há crise que resista a uma paixão secular: a despertada pelo automóveis. Os velhos ingredientes - carrões, 'carrinhos', mulheres bonitas e muita tecnologia alternativa - estão lá em Frankfurt..."

Este é o primeiro parágrafo de seus texto encimado pelo pomposo titulo "Tributo a uma paixão inabalável" que é coberto ainda pela linha fina "O Salão de Frankfurt, que termina domingo, resiste aos efeitos da crise e mais uma vez é sucesso de público".

Lendo linha fina, título e as primeiras linhas de sua matéria chegamos a imaginar que o empenhado editor estive em Frankfurt cobrindo o evento. Mas um pequeno detalhe na sexta linha do texto editado na página 2 faz o leitor para para pensar. No meu texto aqui o detalhe encerra o parágrafo reproduzido do jornal: ...- estão lá em Frankfurt..." (o negrito é meu).

Bem, se "estão lá", quem escreve está aqui. Então o editor do caderno não foi a Frankfurt. Seguindo o texto imagina-se que ele tenha produzido daqui o texto "adornado" pelas fotos de carros e mulheres assinadas por fotógrafos da agência France Press.

Mas até ele não ter ido e ter produzido o material aqui não significaria nada, afinal, o próprio texto ressalta a crise. Acontece que no último parágro do seu texto, como no primeiro, um outro detalhe chama a atenção do leitor.

Diz ele nas quatro últimas linhas: "Nas próximas páginas desta edição (fechada aqui em Campinas, na Vila Industrial - a expllicação é minha), o leitor vai conferir as principais novidades do IAA 2009, reveladas pelo nosso enviado especial"... (o negrito também é meu).

Se o editor do caderno naão foi para Frankfurt cobrir os carrões e as mulheres lindas, quem foi?

A resposta está na página 3, na assinatura da matéria sob título "O futuro é dos pequenos": Nelson Homem de Mello - de Frankfurt - mello@rac.com.br

Para quem não sabe, Nelson Homem de Mello é diretor da RAC e posso dizer com muita convicção que nunca tinha visto um texto seu assinado nas publicações da RAC especialmente no "motor". Não que ele não possa produzir e assinar texto pois é profissional e muito competente para isto.

Pois bem no final do seu texto tem uma pequena nota aberta por asterisco: "* O jornalista viajou a Frankfurt a convite da Anfavea - Associação Fabricante de Veículos Automotores"

E o que sito significa?

Primeiro que não foi nem o jornalista nem a RAC quem pagou a "cara" viagem.
Segundo que, quando o jabá é muito bom, ele não vai à mesa do peão, é servido aos homens que ocupam os cargos mais elevados dentro da empresa jornalísticas apesar de, na maioria das vezes, o convite ter como destinatário o editor do caderno especializado.
Terceiro que todos os profissionais do meio sabem que os jabás oferecidos pela Anfavea não são jabás mas mordomias faraônicas logo capaz de desperta cobiça até de quem tem condições de ir ao IAA por conta própria, como é o caso do diretor da RAC e que não é oc aso do editor do "motor".

Por isso Nelson Homem de Mello foi para Frankfurt e Antonio Fonazieri Jr ficou em Campinas, na Vila Industrial escrevendo para apresentar o enviado especial.

POr fim tem ainda um outro detalhe no texto de abertura do Fornazieri. Lá ele diz que o IAA é realizado a cada dois anos e que o anterior foi realizado em 2007.

Se não me falha a memória, naquele o editor da "motor" e até acho que era também o próprio Fornazieri, também não foi. No lugar dele mereceu o carinho dos donos da RAC, outro diretor, Luiz Cesar de Souza Pinto, que ocupa cargo de Editro Executivo como consta no expediente da RAC publicado no Correio Popular.

Assim se Fornazieri continar editor do "motor" até 2011 quando acontecerá o próximo IAA, ele muito provavelmente ainda não irá como enviado especial. Em seu lugar provavelmente vá Marcelo Pereira, ou Editor Executivo, cujo nome aparece logo abaixo do de Luiz Cesar no mesmo expediente e portanto, a seguir o racícionio dos donos Godoys da empresa, deverá ser o próximo merecedor do prêmio que Anfavea paga e poderá desfrutar das mordomias faraônicas na Alemanha entre carrões emulheres bonitas.

Ao Fonazieri caberá a tarefa de anunciar em texto, aqui em Campinas, na Vila Industrial, em sua cadeirinha na redação da RAC, o "trabalho" do enviado especial mostrando as novidades do IAA 2011.

É espera para ver.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

O 'VENDILHÃO" RESSURGINDO DAS CINZAS

O NOME DELE É ORESTES QUÉRCIA

É o seguinte: se o que Ciro Gomes disse em sua entrevista ao Estadão de sábado for verdade e, pior ainda, se confirmar, juro que deixo o país.

Está lá com todas as letras uma trama sórdida para levar Dilma à presidência:

Colocar Orestes Quércia como vice na chapa!

Eu cansei de pichar "VENDILHÃO" em muros, pontes e viadutos de toda Campinas quando essa coisa fechou o Jornal de Hoje lá nos anos 80.

Está feito o desafio aqui.

Se a dupla for feita e levar eu sumo desta porra!

A HISTÓRIA DE SOLEDAD 'VIVE' PERTO DE NÓS

Estamos eu e minha cara metade, depois de um cineminha no feriadão de 7 de setembro zanzando entre as prateleiras de uma livraria em busca de "Z A Cidade Perdida".
Nada.
Não chegou ainda, disse a funcionária.
Continuamos lendo títulos, vendo capas, quem sabe alguma coisa interessante. Lembro de um lançamento que me chamou a atenção em leituras diárias de jornais. Não lembro o título, nem o autor, nem a editora. Recorro à esposa: vc lembra o nome da mulher do Cabo Anselmo? Não! Ela foi enfática.
Por trás de mim saiu a voz da funcionária, enfática também: Soledad!
Isso mesmo disse eu. Este é o título do livro que estou buscando também.
Não temos, infelizmente. Ela continuou.
Pena, disse eu.
E como um "gancho" daqueles demolidores aplicados com maestria e força por boxeadores profissionalíssimos, ela me indaga: Se eu disesse que sou filha dela, vc acreditaria? Quase quedo e disse, não!
Era verdade. A história de Soledad está viva e muito perto de nós.
NE: Para quem não sabe Soledad, uma linda jovem Paraguaia viveu romance com o Cabo Anselmo que a delatou ao famoso delegado Fleury e que acabou morta em 1973 no Recife.
Urariano Mota acaba de lançar pela Boi Tempo, o livro "soledad no Recife".
No blog "Sapoti da Japaranduba" tem mais...

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

E A TELEFONICA TRAVA SPEEDY POR 16 HORAS

EM BAIRRO DE CAMPINAS O SERVIÇO FOI INTERROMPIDO SEM NENHUM AVISO

Ah, é mentira que não teve aviso... Teve sim. A empresa manteve na tela dos computadores pelo periodo que o serviço ficou fora do ar uma mensagem que, ironicamente, oferecia oferta para ampliação da velocidade do próprio Speedy. A mensagem que ficou na tela foi a primeira abaixo. A segundo é uma alusão do que se entendia que a Telefonica estava dizendo aos usuários...


quinta-feira, 13 de agosto de 2009

O CORREIO POPULAR TÁ MESMO UMA BAGUNÇA

NEM NAS CHAMADAS DE CAPA ELES SE ENTENDEM

O que antes era pensado para facilitar a leitura produzindo jornais em cadernos específicos por editorias, agora se transformou em bagunça geral.

Não há mais caderno. E organizar a edição com cada vez menos página vai ficando mais difícl a cada dia que passa. Hoje por exemplo, tem chamadas de cpa indicando o leitor para ir às página B17, quando na verdade a matéria correspondente está A17. É uma bagunça ou não é?

Não bastasse isso o pessoal do CP continua apostando no Esporte. Deve ser por pensarem em vender mais com Corinthians, Macaca, Bugre e coisas do gênero. Nos dias de edição mais magra o Correião chega a sair com 5 páginas de Esportes contra apenas uma ou duas de Cultura. É ou não é um descalabro.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

RESULTADO DA "ESPECIAL" DO CORREIO POPULAR EM BRASÍLIA...

...A REVOLTA DE UM ESTUDANTE E UMA FAXINEIRA!

Tem algumas coisas no jornalismo daqui desta terra que a gente não consegue mesmo entender.

O "jornalão" local, quer porque quer, mostrar que vai além das nossas fronteiras. Nesta vã tentativa enviou repórter a Brasília. Sob rubrica de "reportagem especial" a chamada de capa foi ilustrada por uma foto de Diada Sampaio, da Agência Estado; como título: "Olhar sobre o furacão Senado"; na linha fina: "Correio visita a Casa e constata clima constrangedor" e no texto indentificou o autor da matéria: Venceslau Borlina e misturou informação da Agência Estado com informação do seu repórter... (Os negritos são do original)

Na página B4-Brasil o título "Caos instalado abala o poder" tem tudo a ver com com a situação resultante do trabalho jornalístico de "O Estado de S. Paulo" e praticamente nada com o que o repórter diz que viu por lá. A foto ilustrativa da matéria é assinada por Marcelo Casa Jr., da Agência Brasil e mostra senadores comportadamente sentados acompanhando um pronunciamento que ninguém sabe quando foi.

O texto da "especial" é cheio de "achismos". Logo no início, diz que "é quinta-feira e começa a sessão legislativa do Senado Federal". Nem a data e hora da sessão presenciada são informadas. Quem a preside e a mesa e que a compõe, também não. O número da sessão, pelo menos, teria ajudado, mas nada.

Na sequência, o leitor atento, deve pensar que o repórter é vidente. "Nos televisores dos gabinetes dos senadores e nas repartições administrativas, o Vídeo Show da Tv Globo, dá espaço à transmissão ao vivo da TV Senado". Só os Senadores são em 81. Estariam mesmo todos os televisores dos gabinetes (e mais os das repartições) sintonizados no Vídeo Show, como o repórter quer nos fazer crer. Pode ser, mas pode ser não é jornalismo. Bastaria ter identificado um gabinete e uma repartição só para tornar a descrição mais fiel e portanto mais crível.

Segue o barco: "E quando menos se espera alguém de dentro da sala dispara: "Começou o circo". Dito assim fica fácil. Mas o repórter não estava na sala? Não viu quem "disparou"? Ainda que não soubesse o nome poderia descrever o dito cujo: aparência, traje e localização na sala... Só isto tornaria sua descrição mais fiel e portanto mais crível.

E vamos que vamos: "Não demora muito e, no plenário, já começa o bate boca entre os senadores. Acusações vexatórias envolvendo denúncias pessoais financiadas com o dinheiro público vêm à tona sem se pensar nas consequências". Mas nem um nominho de senador, do entre vírgulas no plenário, nobre colega repórter? "Denúncias pessoais finaciadas com o dinheiro público". Perdão nobre colega repórter mas eu nunca vi uma "denuncia financiada com dinheiro público"... Se presenciou, nobre colega repórter, poderia ter explicado ao leitor, não? "...sem se pensar nas consequências." Que conclusão é esta nobre colega repórter? Podemos até dizer que muitas das esperadas consequências das denúncias não se concretizam, para o bem ou para o mal. Mas pensar e expressar este pensamento em matéria jornalística assinada, nobre colega repórter, que senador denunciante não pensa nas consequências, ou é levianismo, ou desconhecimento do jogo político.

E vai: "O circo, ao qual um dos funcionários de referia, está armado. As luzes se acendem, as atenções se voltam para o picadeiro e o espetáculo (re)começa. Essa é apenas uma das reações explícitas dentro do Senado Federal em tempos de crise política - uma das maiores já vistas no Congresso Nacional". A reação à qual o nobre colega repórter se refere foi explicitada por quem? Não cara de quem estava explícita? Na fala de quem? Que circo é este? Que luzes, picadeiro e espetáculo são estes? Quem deu o direito ao repórter para analogias depreciativas ao Senado Federal e resultantes de seu próprio modo de pensar, em texto jornalítico informativo de uma reportagem?

"...O avacalhamento é geral inclusive entre os senadores. A casa que já foi sinônimo de nobreza e palco de relevantes discussões, agora amarga um escândalo atrás do outro. No centro desses escândalos está seu representane maior, o senador José Sarney (PMDB-AP)... é acusado pela existência dos chamados atos secretos (nomeações de servidores em comissão sem publicação oficial)..." Quem são estes senadores que avacalham o Senado, nobre colega repórter? Uns dois nomes pelo menos que o nobre colega repórter pode citar? Generalizar não. Se a idéia aqui era situar o leitor, mencionar que a denúncia foi feita inicialmente pelo jornal "O Estado de S. Paulo", não custava nada.

"...Pelos corrredores da Casa, a expressão que se vê no rosto de cada cidadão é de repulsa. Até parece que o Senado Federal se tornou um grande lixão. Mas há também os sentimentos de desconforto, indignação, lamentação e envergonhamento. O que seria motivo de orgulho, tornou-se decepção geral para a Nação." O depoimento que segue o texto do nobre colega repórter não expressou nada do que ele apontou no parágrafo acima. "Esperava que as coisas não fossem assim tão evidentes. Éstranho ver os senadores eleitos...", disse o estudante Thiago Linhares, de 17 anos, que acompanhava a visita monitorada ao Senado. "É estranho", disse ele e não que sentia repulsa, desconforto, indignação, lamentação ou envergonhamento, então... E esta expressão "decepção geral da Nação, nobre colega repórter? Deve ser cópia da célebre frase do "Dia do Fico". Generalizou novamente, ruim isto.

"...Em cada canto da Casa é possível ver senadores conversando de forma secreta. Parecem articular ações que daqui a pouco vão ganhar as manchetes de todos os noticiários brasileiros..." Conversando de forma secreta? Não teria sido melhor nobre colega repórter, confabulando? Afina, se é secreta... Como o nobre colega repórter chegou à conclusão que parecem articular ações que ganharão as manchetes? Bola de cristal?

"...Nas reuniões das comissões, que acontecem diariamente, a toda hora, o assunto em pauta é debatido, mas as atenções...estão voltadas para os desdobramentos da crise". O nobre colega repórter esteve em Brasília e acompanhou quantas reuniões de comissões que acontecem diariamente e a toda hora? Podia ter citado uma só para tornar o texto mais fiel e portanto mais crível.

"... Entre alguns senadores, há uma vontade uma vontade de retomar as relevantes discussões do passado distante, mas uma grande maioria insiste em discutir as denúncias, com o claro objetivo de avacalhar, de ridivularizar e, o que é pior, sem grandes possibilidades de punição..." O nobre colega repórter não podia ter citado/ouvido pelo menos um senador com vontade de retomar as relevantes questões do passado; e pelo menos dois (a grande maioria) que só querem avacalhar e ridicularizar? Mais uma vez, como o nobre colega repórter chegou à conclusão do "que é pior, sem grandes possibilidades de punição? O depoimento que segue o texto destacado acima, "Vai acabar tudo em pizza", não merecia sequer ser citado, afinal, quem o disse, segundo o nobre colega repórter, foi "a servente da empresa contratada pelo Senado para a limpeza geral". Um bom editor exigiria, no mínimo, provas de que o repórter conversou mesmo com a servente. Vai ver ela e a empresa contratada para a limpeza geral devem estar nos "atos secretos" do Sarney. Espero que o leitor do Correio Popular não confunda esta tal "limpeza geral" mencionada pelo nobre golega repórter.

Já lá no fim do texto, o nobre colega repórter mostra que foi a Brasília para, no plenário, lembrar o que aconteceu ali na semana passada:"...Mas, se de um lado tem senadores querendo o fim e a punição certa, há outros que parecem querer é confusão. Prova disto foram os debates travados no plenários nesta semana passada. No centro das discussões estão principalmente senadores como Arthur Virgilio PSDB-AM), Tasso Jeressati (PSDB-CE), Renan Calheiros (PMDB-AL), Fernando Collor de Mello (PTB-AL) e Pedro Simon (PMDB-RS)..." Então quem quer confusão são, principalmente, os cinco senadores citados nobre golega repórter? E quais são os que querem o fim (do que) e a punição (para quem) certa?

o último parágrafo: "...A semana foi difícil, confessam os senadores. Mas e as próximas? Diante de instabilidade, fica difícil saber até quando perdurará essa situação. Enquanto isso, as apostas estão abertas para descobrir sobre qual (ou quais) motivo interessaria tanta confusão, tanta desordem. Aos cidadãos, com certeza não". A confissão dos senadores, nobre colega repórter, lhe foi feita ao pé d'ouvido individualmente ou por aclamação no próprio plenário? E já que eles disseram que a semana foi difícil, ficou difícil para o nobre golega repórter saber até quando PERDURARÁ a situação. E apesar de dizer que as apostas estão abertas, não sei se os leitores do CP serão capazes de entender que devem apostar para "descobrir sobre qual motivo interessara tanta confusão, tanta desordem." Sobre qual motivo interessaria nobre colega repórter? Dê seu palpite para os apostadores.

O texto acaba mas uma nota no pé indica: "Leia mais sobre o Senado pa página B5". É a página seguinte e o texo informativo andamentos de projetos relevantes é assinado pela Agência Estado. Ao final do texto há a frase do senador Paulo Paim(PT-RS) dita ao repórter da AE: "Chegamos ao fundo do poço. Temos de sair disso, voltar a trabalhar" e com a qual o Correio Popular "enriqueceu" a chamada de capa sobre a "especial" do repórter Vescelau Borlina, sem nenhuma menção ao senador petista.

Assim, mais constrangedor que o clima do senado pseudo-constatado pelo Correio é ver um veículo jornalístico enviar repórter à capital do país não para dizer o que disse,
mas para não dizer.

A confusão é TANTA que vale perguntar: O que este repórter foi fazer de ESPECIAL em Brasília?