NA RAC LUCRO PESA MAIS QUE JORNALISMO
A empresa (RAC - Ruim Antes de Cristo) publicadora do jornal Correio Popular em Campinas/sp tem fome de lucro e, portanto, coloca o jornalismo que produz em segundo plano para não dizer na latrina. em postagem anterior de 30/06 já falei sobre o assunto.
Sem que eu imaginasse o anúncio deixou de ser publicado. Mas não por muito tempo. Hoje o caderno de classificados, na sua página 4, mostra o "dito cujo criminoso" estamapado ao alto da segunda coluna, bem em baixo da rubrica Correio Popular e da data - campinas, terça-feira, 7 de setembro de 2010: DIPLOMA - 1o. e 2o. grau ou superior em qq área em 15 dias.
Isto só pode significar que, ou a Polícia Federal não fez o serviço direito, ou a RAC (empresa) está cagando e andando para o que seu jornalismo diz.
Afinal o classificado de 6 linhas, com base na tabela de preços, custa 6 x 8,96(preço por linha) que dá R$ 53,76 por publicação nos dias de semana. Nos domingos este preço sobre para R$ 13,44 por linha, portanto R$ 80,64. No mês, a RAC abocanha, com o anuncio considerado criminoso pelo seu jornalismo: nos dias úteis 24 x 53,76 (se consideramos o mes com 4 semanas)= R$1.290,24 + 4 x 80,64=322,56 nos domingos e R$ 1.612,80 no final do mes.
Eita anúncio criminoso bom este não? Tenho certeza que o diretor presidente da empresa Silvino Godoy acha...
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terça-feira, 7 de setembro de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
JORNALISMO E CREDIBILIDADE
"o grupo rac é um exemplo de jornalismo..."
A afirmação acima só podia vir mesmo de dois editores da empresa.
Está no CP de hoje o artigo com o título ao alto, assinado por Rui Mota e Marcelo Pereira, o primeiro editor de opinião e o segundo editor executivo (status de tempo modernos) onde eles afirmam que "o Grupo RAC (o negrito é deles) é exemplo de jornalismo de personalidade amparado em vários veículos e níveis de complementariedade..."
Só esqueceram de dizer o nível dos vários veículos, entre eles, diga-se de passagem, está aquele que denominamos "A Coisa" e que, por eles é chamado de "Já", uma corruptela do verdadeiro nome "Notícias Já" usado assim por já existir (desculpem o trocadilho) um JÀ verdadeiro no sul do país. Esta coisa que jamais deveria ser considerada jornal, infesta as ruas dos bairros periféricos e roda de mão em mão de um público que, com quase nenhuma escolaridade mal sabe ler e se deleita com fotos de famosos ou não em poses ousadas a mostrar bundas e vulvas, principalmente. Como se isto fosse característica de jornal "marcado pela defesa intransigente da verdade, a divulgação de conceitos de civismo e cidadania plenos, na defesa da liberdade e como instrumento político"
Como dizem os editores a rac faz jornalismo de personalidade...do dono!
O próprio CP se mantém vivo graças à falta de concorrência e assim pode, até, se vangloriar por incluir fotos de leitores na coluna Correio do Leitor. A repetição dos mesmos na coluna tem servido muito mais para divulgar nomes de interessados em projeção por anseios políticos eleitoreiros.
Jornalismo de personalidade?
Ha, sim, eles devem estar falando de um O Estado de S. Paulo que tem investido pesado em iniciativas ousadas e criativas no sentido de manter seus leitores e avançar na busca de novos reformulando graficamente cadernos como o "Estadinho" que circula agora em formato de gibi e com conteúdo de "gente grande" ou criando cadernos como "Paladar", "LINK" e "Sábatico". Este último, considerado uma afronta aos tempo modernos, reinsere o jornal em espaço que a maioria refuta, ou seja fomentar o interesse pela leitura nos tempos de finais de semana.
Em contrapartida o CP mantém um tal "Caderno C" sobre rubrica de "cultura e variedades" que, dia após dia mostra como gastar mal dinneiro com tinta e papel. Entre suas proezas está a manutenção de uma coluna social nos moldes do século XIX onde um tido "colunista" com tida circulação liberada nos mais altos meios sociais publica fotos dos "expoentes" e notas tipo: "A coluna soube em primeira mão..." ou "fulana vai ser bombardeada de beijos amanhã quando emplaca idade colorida." Não é lindo?
Não bastasse isto o caderno (diga-se editores e diretores) dispõe espaços nobres para material duvidoso ou no mínimo distanciado da realidade local cuja cobertura só acontece graças ao tradicional jabá "o repórter viajou a convite de quem pediu para escrever" como é o casao da edição de hoje em cuja capa se fala sobre o badalado Festival de Cinema do Recife para o jornalista João Nunes, que agora atua como freela para o jornal e foi cobrir com tudo pago pelos organizadores do Festival. Em troca o jornal cedeu a capa do caderno.
Assim em edição de seis páginas, lá se foi a primeira com assunto que o leitor encontra certamente muito melhor trabalhado em jornais de circulação nacional.
Lá se foi a segunda com um artigo de Arnaldo Jabor que, por ser de agência, está em todos os jornais que a assinam, independente do tamanho, importância ou personalidade do jornal; tem ainda texto assinado por Cristina Fibe, da FolhaPress, de Nova York, com o sugestivo título; "Tribeca premia longa sobre síndrome de Down" que só lendo mesmo para ver quanto o campineiro precisa saber disto; e ainda, na mesma página o enche linguiça de sudoku, cruzadas, e quadrinhos.
Na página três (desmerecendo a importância editorial da página) programação de cinema e um pequeno roteiro de lazer e cultura (o que talvez tenta justificar o C do título do caderno).
Na página quatro, no alto, o já inaguentável José Simão e seu antitucanês e lulês. Depois programação de TV e claro horóscopo.
Na cinco a tal coluna social.
Na última página o caderno esbanja PERSONALIDADE e estampa fotos e texto gigante sobre uma séria norteamericana do canal pago Boomerang, assinado por dois (isto mesmpo, dois) jornalista da Agência Estado radicados em Los Angeles. E no pé uma foto de Ethan Peck, que o título identifica como "Neto de Gregory Peck atrai as atenções". Vai ser dificil a moçadinha descobrir que é o avô do bonitinho e por fim na coluna "em resumo", cinco notas: duas nacionais e três internacionais todas assinada pela FolhaPress.
Pergunta aos editores:
A que personalidade eles se referem no texto do artigo afinal?
A afirmação acima só podia vir mesmo de dois editores da empresa.
Está no CP de hoje o artigo com o título ao alto, assinado por Rui Mota e Marcelo Pereira, o primeiro editor de opinião e o segundo editor executivo (status de tempo modernos) onde eles afirmam que "o Grupo RAC (o negrito é deles) é exemplo de jornalismo de personalidade amparado em vários veículos e níveis de complementariedade..."
Só esqueceram de dizer o nível dos vários veículos, entre eles, diga-se de passagem, está aquele que denominamos "A Coisa" e que, por eles é chamado de "Já", uma corruptela do verdadeiro nome "Notícias Já" usado assim por já existir (desculpem o trocadilho) um JÀ verdadeiro no sul do país. Esta coisa que jamais deveria ser considerada jornal, infesta as ruas dos bairros periféricos e roda de mão em mão de um público que, com quase nenhuma escolaridade mal sabe ler e se deleita com fotos de famosos ou não em poses ousadas a mostrar bundas e vulvas, principalmente. Como se isto fosse característica de jornal "marcado pela defesa intransigente da verdade, a divulgação de conceitos de civismo e cidadania plenos, na defesa da liberdade e como instrumento político"
Como dizem os editores a rac faz jornalismo de personalidade...do dono!
O próprio CP se mantém vivo graças à falta de concorrência e assim pode, até, se vangloriar por incluir fotos de leitores na coluna Correio do Leitor. A repetição dos mesmos na coluna tem servido muito mais para divulgar nomes de interessados em projeção por anseios políticos eleitoreiros.
Jornalismo de personalidade?
Ha, sim, eles devem estar falando de um O Estado de S. Paulo que tem investido pesado em iniciativas ousadas e criativas no sentido de manter seus leitores e avançar na busca de novos reformulando graficamente cadernos como o "Estadinho" que circula agora em formato de gibi e com conteúdo de "gente grande" ou criando cadernos como "Paladar", "LINK" e "Sábatico". Este último, considerado uma afronta aos tempo modernos, reinsere o jornal em espaço que a maioria refuta, ou seja fomentar o interesse pela leitura nos tempos de finais de semana.
Em contrapartida o CP mantém um tal "Caderno C" sobre rubrica de "cultura e variedades" que, dia após dia mostra como gastar mal dinneiro com tinta e papel. Entre suas proezas está a manutenção de uma coluna social nos moldes do século XIX onde um tido "colunista" com tida circulação liberada nos mais altos meios sociais publica fotos dos "expoentes" e notas tipo: "A coluna soube em primeira mão..." ou "fulana vai ser bombardeada de beijos amanhã quando emplaca idade colorida." Não é lindo?
Não bastasse isto o caderno (diga-se editores e diretores) dispõe espaços nobres para material duvidoso ou no mínimo distanciado da realidade local cuja cobertura só acontece graças ao tradicional jabá "o repórter viajou a convite de quem pediu para escrever" como é o casao da edição de hoje em cuja capa se fala sobre o badalado Festival de Cinema do Recife para o jornalista João Nunes, que agora atua como freela para o jornal e foi cobrir com tudo pago pelos organizadores do Festival. Em troca o jornal cedeu a capa do caderno.
Assim em edição de seis páginas, lá se foi a primeira com assunto que o leitor encontra certamente muito melhor trabalhado em jornais de circulação nacional.
Lá se foi a segunda com um artigo de Arnaldo Jabor que, por ser de agência, está em todos os jornais que a assinam, independente do tamanho, importância ou personalidade do jornal; tem ainda texto assinado por Cristina Fibe, da FolhaPress, de Nova York, com o sugestivo título; "Tribeca premia longa sobre síndrome de Down" que só lendo mesmo para ver quanto o campineiro precisa saber disto; e ainda, na mesma página o enche linguiça de sudoku, cruzadas, e quadrinhos.
Na página três (desmerecendo a importância editorial da página) programação de cinema e um pequeno roteiro de lazer e cultura (o que talvez tenta justificar o C do título do caderno).
Na página quatro, no alto, o já inaguentável José Simão e seu antitucanês e lulês. Depois programação de TV e claro horóscopo.
Na cinco a tal coluna social.
Na última página o caderno esbanja PERSONALIDADE e estampa fotos e texto gigante sobre uma séria norteamericana do canal pago Boomerang, assinado por dois (isto mesmpo, dois) jornalista da Agência Estado radicados em Los Angeles. E no pé uma foto de Ethan Peck, que o título identifica como "Neto de Gregory Peck atrai as atenções". Vai ser dificil a moçadinha descobrir que é o avô do bonitinho e por fim na coluna "em resumo", cinco notas: duas nacionais e três internacionais todas assinada pela FolhaPress.
Pergunta aos editores:
A que personalidade eles se referem no texto do artigo afinal?
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segunda-feira, 19 de abril de 2010
CORREIO POPULAR AVACALHA O JORNALISMO
TÍTULO NO CORREIO POPULAR DEVIA SER DO "NOTÍCIAS JÁ"(OU A COISA)
A bela foto de Dominique Torquato na edição de sexta-feira dia 16 de abril do Jornal Correio Popular, de Campinas/SP teve sua forma imagética sensivelmente prejudicada pelo título da foto legenda de capa: TRÂNSITO AVACALHADO.
Em primeiro lugar o editor de capa esqueceu da redundância: a vaca da foto e o termo avalhado do título;
Em segundo usou uma linguagem chula para um Jornal que se diz sério. Na verdade o título é típico de editor da "Coisa" que a RAC (Ruim Antes de Cristo) teima em chamar de Notícias Já ou JÁ.
Só pode ter sido falta de conhecimento da matéria. No Correio Popular o termo avacalhado do título, para ser devidamente contextualizado sem ofender os leitores, deveria ser aspado! assim: TRÂNSITO "AVACALHADO".
E nem precisa ser em caixa alta ou todo em maiusculas.
Mas lá é tudo misturado mesmo, qualquer dia vamos ter o "CORREIO JÁ"...
A bela foto de Dominique Torquato na edição de sexta-feira dia 16 de abril do Jornal Correio Popular, de Campinas/SP teve sua forma imagética sensivelmente prejudicada pelo título da foto legenda de capa: TRÂNSITO AVACALHADO.
Em primeiro lugar o editor de capa esqueceu da redundância: a vaca da foto e o termo avalhado do título;
Em segundo usou uma linguagem chula para um Jornal que se diz sério. Na verdade o título é típico de editor da "Coisa" que a RAC (Ruim Antes de Cristo) teima em chamar de Notícias Já ou JÁ.
Só pode ter sido falta de conhecimento da matéria. No Correio Popular o termo avacalhado do título, para ser devidamente contextualizado sem ofender os leitores, deveria ser aspado! assim: TRÂNSITO "AVACALHADO".
E nem precisa ser em caixa alta ou todo em maiusculas.
Mas lá é tudo misturado mesmo, qualquer dia vamos ter o "CORREIO JÁ"...
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quinta-feira, 8 de abril de 2010
CORREIO POPULAR E O DIA DO JORNALISTA
7 DE ABRIL: DIA DO JORNALISTA OU DA SAÚDE?
Para o Correio Popular, da RAC (Ruim Antes de Cristo), o dia foi da saúde. Da saúde financeira também, pode-se dizer. Enquanto do dia do Jornalista passou batido pelo jornal, o dia mundial da saúde mereceu caderno especial de 8 páginas bancado claro, pelos hospitais particulares, fabricantes de remédio e pela Unimed/Campinas.
O expediente do caderno especial tem o jornalista Ricardo Alécio, da RAC, como editor, textos de Delma Medeiros, pesquisa de Natália Martins, ddiagramção de Léa Macedo, tratamento de imagens de Eduardo Costa, Cleber Benatti, Laert Marcos, Gilciano de Souza, Marcos Markezin, Leando Torres e Wanderlei Rosa e fotos especiais para a RAC de Érica Dezone.
Imagina a qualidade das imagens que chegaram para o caderno para ter essa quantidade de profissionais para tratamento...
Assinar como editor um caderno mercadológico destes é desmerecer o registro profissional de jornalista.
E a crítica maior ao caderno caça níqueis do CP é saber se todos os que trabalharam para produzi-lo ganharam prodporcionalmente à RAC por que de jornalismo não existe nada no caderno.
Um presente do nível da RAC para o Dia do Jornalista.
Para o Correio Popular, da RAC (Ruim Antes de Cristo), o dia foi da saúde. Da saúde financeira também, pode-se dizer. Enquanto do dia do Jornalista passou batido pelo jornal, o dia mundial da saúde mereceu caderno especial de 8 páginas bancado claro, pelos hospitais particulares, fabricantes de remédio e pela Unimed/Campinas.
O expediente do caderno especial tem o jornalista Ricardo Alécio, da RAC, como editor, textos de Delma Medeiros, pesquisa de Natália Martins, ddiagramção de Léa Macedo, tratamento de imagens de Eduardo Costa, Cleber Benatti, Laert Marcos, Gilciano de Souza, Marcos Markezin, Leando Torres e Wanderlei Rosa e fotos especiais para a RAC de Érica Dezone.
Imagina a qualidade das imagens que chegaram para o caderno para ter essa quantidade de profissionais para tratamento...
Assinar como editor um caderno mercadológico destes é desmerecer o registro profissional de jornalista.
E a crítica maior ao caderno caça níqueis do CP é saber se todos os que trabalharam para produzi-lo ganharam prodporcionalmente à RAC por que de jornalismo não existe nada no caderno.
Um presente do nível da RAC para o Dia do Jornalista.
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quinta-feira, 13 de agosto de 2009
O CORREIO POPULAR TÁ MESMO UMA BAGUNÇA
NEM NAS CHAMADAS DE CAPA ELES SE ENTENDEM
O que antes era pensado para facilitar a leitura produzindo jornais em cadernos específicos por editorias, agora se transformou em bagunça geral.
Não há mais caderno. E organizar a edição com cada vez menos página vai ficando mais difícl a cada dia que passa. Hoje por exemplo, tem chamadas de cpa indicando o leitor para ir às página B17, quando na verdade a matéria correspondente está A17. É uma bagunça ou não é?
Não bastasse isso o pessoal do CP continua apostando no Esporte. Deve ser por pensarem em vender mais com Corinthians, Macaca, Bugre e coisas do gênero. Nos dias de edição mais magra o Correião chega a sair com 5 páginas de Esportes contra apenas uma ou duas de Cultura. É ou não é um descalabro.
O que antes era pensado para facilitar a leitura produzindo jornais em cadernos específicos por editorias, agora se transformou em bagunça geral.
Não há mais caderno. E organizar a edição com cada vez menos página vai ficando mais difícl a cada dia que passa. Hoje por exemplo, tem chamadas de cpa indicando o leitor para ir às página B17, quando na verdade a matéria correspondente está A17. É uma bagunça ou não é?
Não bastasse isso o pessoal do CP continua apostando no Esporte. Deve ser por pensarem em vender mais com Corinthians, Macaca, Bugre e coisas do gênero. Nos dias de edição mais magra o Correião chega a sair com 5 páginas de Esportes contra apenas uma ou duas de Cultura. É ou não é um descalabro.
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