COMUNICADO À IMPRENSA EM MULTIMIDIA
Recebi agorinha mesmo este comunicado da PRNewswire
"Distribuído por PR Newswire Brasil para GILBERTO GONÇALVES
Vídeo: México, na vanguarda dos eventos de multimídia e abrindo a comemoração de seu bicentenário, apresenta o show da Vivace Producciones
BN003644 08 de outubro de 2009 09:25 HORALOCAL
Octavio Garcia Allende, Produtor e Diretor Geral e Martin Arnaud,
Diretor de Criação, criaram com muito sucesso uma maneira exclusiva
de mostrar a história do México
CIDADE DO MÉXICO, 8 de outubro /PRNewswire/ - O espetacular show
apresentado pelo Governo Federal conseguiu deslumbrar tanto os
mexicanos quanto os estrangeiros, graças ao trabalho duro, a
criatividade e a tecnologia da Vivace Producciones.
Para visualizar o comunicado à imprensa em multimídia, visite o
endereço: http://www2.prnewswire.com/mnr/vivaceproducciones/40316/">http://www.prnewswire.com/mnr/vivaceproducciones/40316/"
É no clickar no link que temos o objeto provocar da pergunta do título. Não é de ficar de boca aberta sobre a forma em que se apresenta o comunicado à imprensa?
Quando teremos material deste nível sendo distribuído por nossas assessorias?
Ah, e olha que é o México... não é Japão, EUA, Alemanha, Canadá... é México!
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
UM BLOG BOM DE JORNALISMO!
É preciso reconceituar o jornalismo
Não faz mais nenhum sentido chamar de Jornalismo o que fazem as corporações de mídia. Quem se preocupa com o lucro em primeiro lugar não é uma instituição jornalística. Não pode ser. Quando uma empresa passa a ter como principal meta o lucro, essa empresa pode ser tudo, menos uma instituição jornalística. E aí não importa a quantidade de estrutura e dinheiro disponível, pois a prática jornalística é de outra natureza..."
Este é só começo de um excelente texto de Marcelo Salles reproduzido na íntegra pelo Observatório da Imprensa e cuja leitura recomendo especialmente no momento que se discute diploma e rede de jornalistas.
Não faz mais nenhum sentido chamar de Jornalismo o que fazem as corporações de mídia. Quem se preocupa com o lucro em primeiro lugar não é uma instituição jornalística. Não pode ser. Quando uma empresa passa a ter como principal meta o lucro, essa empresa pode ser tudo, menos uma instituição jornalística. E aí não importa a quantidade de estrutura e dinheiro disponível, pois a prática jornalística é de outra natureza..."
Este é só começo de um excelente texto de Marcelo Salles reproduzido na íntegra pelo Observatório da Imprensa e cuja leitura recomendo especialmente no momento que se discute diploma e rede de jornalistas.
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obersatório da imprensa
sábado, 3 de outubro de 2009
QUIOSQUE DA BRAHMA NA NORTE SUL ENGANA NO BLACK
QUEM NÃO TEM COMPETÊNCIA, NÃO SE ESTABELEÇA
O ditado era frequentemente lembrado por minha velha mãe. E continua oportuno ainda hoje. Tem muita gente querendo fazer o que não sabe e aí...
Sexta-feira, dia 2 de outubro, noite quente em Campinas e, portanto uma boa oportunidade para um bom chopinho. Depois que a Brahma lançou o Black, tenho procurado as casas que oferecem o produto pois é realmente muito gostoso.
Não faz muito tempo abriram um "Quiosque da Brahma" na avenida Norte/Sul. Nas diversas passadas pela frente do estabelecimento a curiosidade era sempre despertada. Afinal era mais um espaço onde o Black parecia estar presente.
Pois na noite de sexta, junto com a família, resolvi conhecer o novo espaço que não é apenas um quiosque mas um bar bem maior incluindo ambiente fechado e com ar refrigerado.
Escolhemos mesa ao lado de fora e enfatizamos no pedido. Três Blacks e uma Pepsi lata. Quando os chopps desceram à mesa nos copos próprios para a bebida pelo manual do fabricante fomos tomados de surpresa. O líquido dentro do copo não passava de chopp preto e não o especial Black.
Reclamamos com o garçom e solicitamos a presença do responsável. O proprietário nos atendeu. Explicamos que o chopp servido ou não era Black ou estava muito mal tirado. Ele retrucou dizendo que era sim o Black.
"Do balcão até a mesa ele fica assim mesmo", ele tentou justificar.
Até poderia fazê-lo a quem não conhece o Black bem tirado (Braz Pizzaria, Quiosque Brahma do Shopping D. Pedro, Catedral do Chopp...)mas para bom bebedor soou como piada.
Pior ainda, o homem insistiu e disse que a Brahma era responsável por aquele chopp que ele mesmo reconheceu não estar bom. "A Brahma manda chopp diferente cada vez que entrega. e aí fica assim mesmo".
Diante do reconhecimento da péssima qualidade do chopp pelo próprio dono do estabelecimento. Imaginei que não haveria necessidade de pagar a conta, pelo menos dos quatro chopps pedidos e deixados na mesa praticamente intocados.
Pois não é que o cara cobrou o chopp ruim que não bebemos? R$ 25,30 por 4 chopps não bebidos e uma Pepsi lata, incluindo 10% do garçom.
O alerta está feito e cópia desta postagem está seguindo para o SAC da Brahma. Espero que a empresa descredencie a casa pela incompetência no servir o melhor chopp do momento: o Black.
Na foto, o pagamento dos chopps cheios. O conteúdo do copo vazio foi jogado na canteiro dinate do bar.
Eu aquela casa não engana mais. Saí de lá e fui direto para a Braz Pizzaria curtir o verdadeiro Black Brahma e pizzas de qualidade ímpar.
Quem quiser arriscar.. fique a vontade. Quiosque da "Brahma" na Norte Sul. Vai lá vai...
O ditado era frequentemente lembrado por minha velha mãe. E continua oportuno ainda hoje. Tem muita gente querendo fazer o que não sabe e aí...
Sexta-feira, dia 2 de outubro, noite quente em Campinas e, portanto uma boa oportunidade para um bom chopinho. Depois que a Brahma lançou o Black, tenho procurado as casas que oferecem o produto pois é realmente muito gostoso.
Não faz muito tempo abriram um "Quiosque da Brahma" na avenida Norte/Sul. Nas diversas passadas pela frente do estabelecimento a curiosidade era sempre despertada. Afinal era mais um espaço onde o Black parecia estar presente.
Pois na noite de sexta, junto com a família, resolvi conhecer o novo espaço que não é apenas um quiosque mas um bar bem maior incluindo ambiente fechado e com ar refrigerado.
Escolhemos mesa ao lado de fora e enfatizamos no pedido. Três Blacks e uma Pepsi lata. Quando os chopps desceram à mesa nos copos próprios para a bebida pelo manual do fabricante fomos tomados de surpresa. O líquido dentro do copo não passava de chopp preto e não o especial Black.
Reclamamos com o garçom e solicitamos a presença do responsável. O proprietário nos atendeu. Explicamos que o chopp servido ou não era Black ou estava muito mal tirado. Ele retrucou dizendo que era sim o Black.
"Do balcão até a mesa ele fica assim mesmo", ele tentou justificar.
Até poderia fazê-lo a quem não conhece o Black bem tirado (Braz Pizzaria, Quiosque Brahma do Shopping D. Pedro, Catedral do Chopp...)mas para bom bebedor soou como piada.
Pior ainda, o homem insistiu e disse que a Brahma era responsável por aquele chopp que ele mesmo reconheceu não estar bom. "A Brahma manda chopp diferente cada vez que entrega. e aí fica assim mesmo".
Diante do reconhecimento da péssima qualidade do chopp pelo próprio dono do estabelecimento. Imaginei que não haveria necessidade de pagar a conta, pelo menos dos quatro chopps pedidos e deixados na mesa praticamente intocados.
Pois não é que o cara cobrou o chopp ruim que não bebemos? R$ 25,30 por 4 chopps não bebidos e uma Pepsi lata, incluindo 10% do garçom.
O alerta está feito e cópia desta postagem está seguindo para o SAC da Brahma. Espero que a empresa descredencie a casa pela incompetência no servir o melhor chopp do momento: o Black.
Na foto, o pagamento dos chopps cheios. O conteúdo do copo vazio foi jogado na canteiro dinate do bar.
Eu aquela casa não engana mais. Saí de lá e fui direto para a Braz Pizzaria curtir o verdadeiro Black Brahma e pizzas de qualidade ímpar.
Quem quiser arriscar.. fique a vontade. Quiosque da "Brahma" na Norte Sul. Vai lá vai...
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sexta-feira, 25 de setembro de 2009
LISTA DA PREFEITURA COMEÇA EVAPORAR
MATRICULA DIVULGADA SERIA DE COLUNISTA SOCIAL
Está correndo solta na rede uma mensagem dizendo que "a matrícula 829234, que está na lista oficial da prefeitura, é do Almir Reis. E o salário é R$ 10.178,34. Cargo: AG.SUPORTE TÉCNICO DEPTO.DE TURISMO".
Como não concordo com isso tipode coisa e até para comprovar a veracidade da informação, não tive dúvidas, redirecionei a mensagem para o Ministério Público.
Vamos aguardar.
Está correndo solta na rede uma mensagem dizendo que "a matrícula 829234, que está na lista oficial da prefeitura, é do Almir Reis. E o salário é R$ 10.178,34. Cargo: AG.SUPORTE TÉCNICO DEPTO.DE TURISMO".
Como não concordo com isso tipode coisa e até para comprovar a veracidade da informação, não tive dúvidas, redirecionei a mensagem para o Ministério Público.
Vamos aguardar.
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quinta-feira, 24 de setembro de 2009
NELSON HOMEM DE MELLO DE FRANKFURT
ANTONIO FORNAZIERI JR DA REDAÇÃO DA RAC
Mais uma vez a gloriosa Ruim Antes de Cristo mostra como é "boazinha" com seus funcionários.
E a prova cabal desta política de "premiar" (com o dinheiro dos outros, diga-se) está na edição de hoje do "motor" que mostra "o brilho do São de Automóveis de Frankfurt".
Na página dois o editor Antonio Fornazieri Jr, escreveu:
"Não há crise que resista a uma paixão secular: a despertada pelo automóveis. Os velhos ingredientes - carrões, 'carrinhos', mulheres bonitas e muita tecnologia alternativa - estão lá em Frankfurt..."
Este é o primeiro parágrafo de seus texto encimado pelo pomposo titulo "Tributo a uma paixão inabalável" que é coberto ainda pela linha fina "O Salão de Frankfurt, que termina domingo, resiste aos efeitos da crise e mais uma vez é sucesso de público".
Lendo linha fina, título e as primeiras linhas de sua matéria chegamos a imaginar que o empenhado editor estive em Frankfurt cobrindo o evento. Mas um pequeno detalhe na sexta linha do texto editado na página 2 faz o leitor para para pensar. No meu texto aqui o detalhe encerra o parágrafo reproduzido do jornal: ...- estão lá em Frankfurt..." (o negrito é meu).
Bem, se "estão lá", quem escreve está aqui. Então o editor do caderno não foi a Frankfurt. Seguindo o texto imagina-se que ele tenha produzido daqui o texto "adornado" pelas fotos de carros e mulheres assinadas por fotógrafos da agência France Press.
Mas até ele não ter ido e ter produzido o material aqui não significaria nada, afinal, o próprio texto ressalta a crise. Acontece que no último parágro do seu texto, como no primeiro, um outro detalhe chama a atenção do leitor.
Diz ele nas quatro últimas linhas: "Nas próximas páginas desta edição (fechada aqui em Campinas, na Vila Industrial - a expllicação é minha), o leitor vai conferir as principais novidades do IAA 2009, reveladas pelo nosso enviado especial"... (o negrito também é meu).
Se o editor do caderno naão foi para Frankfurt cobrir os carrões e as mulheres lindas, quem foi?
A resposta está na página 3, na assinatura da matéria sob título "O futuro é dos pequenos": Nelson Homem de Mello - de Frankfurt - mello@rac.com.br
Para quem não sabe, Nelson Homem de Mello é diretor da RAC e posso dizer com muita convicção que nunca tinha visto um texto seu assinado nas publicações da RAC especialmente no "motor". Não que ele não possa produzir e assinar texto pois é profissional e muito competente para isto.
Pois bem no final do seu texto tem uma pequena nota aberta por asterisco: "* O jornalista viajou a Frankfurt a convite da Anfavea - Associação Fabricante de Veículos Automotores"
E o que sito significa?
Primeiro que não foi nem o jornalista nem a RAC quem pagou a "cara" viagem.
Segundo que, quando o jabá é muito bom, ele não vai à mesa do peão, é servido aos homens que ocupam os cargos mais elevados dentro da empresa jornalísticas apesar de, na maioria das vezes, o convite ter como destinatário o editor do caderno especializado.
Terceiro que todos os profissionais do meio sabem que os jabás oferecidos pela Anfavea não são jabás mas mordomias faraônicas logo capaz de desperta cobiça até de quem tem condições de ir ao IAA por conta própria, como é o caso do diretor da RAC e que não é oc aso do editor do "motor".
Por isso Nelson Homem de Mello foi para Frankfurt e Antonio Fonazieri Jr ficou em Campinas, na Vila Industrial escrevendo para apresentar o enviado especial.
POr fim tem ainda um outro detalhe no texto de abertura do Fornazieri. Lá ele diz que o IAA é realizado a cada dois anos e que o anterior foi realizado em 2007.
Se não me falha a memória, naquele o editor da "motor" e até acho que era também o próprio Fornazieri, também não foi. No lugar dele mereceu o carinho dos donos da RAC, outro diretor, Luiz Cesar de Souza Pinto, que ocupa cargo de Editro Executivo como consta no expediente da RAC publicado no Correio Popular.
Assim se Fornazieri continar editor do "motor" até 2011 quando acontecerá o próximo IAA, ele muito provavelmente ainda não irá como enviado especial. Em seu lugar provavelmente vá Marcelo Pereira, ou Editor Executivo, cujo nome aparece logo abaixo do de Luiz Cesar no mesmo expediente e portanto, a seguir o racícionio dos donos Godoys da empresa, deverá ser o próximo merecedor do prêmio que Anfavea paga e poderá desfrutar das mordomias faraônicas na Alemanha entre carrões emulheres bonitas.
Ao Fonazieri caberá a tarefa de anunciar em texto, aqui em Campinas, na Vila Industrial, em sua cadeirinha na redação da RAC, o "trabalho" do enviado especial mostrando as novidades do IAA 2011.
É espera para ver.
Mais uma vez a gloriosa Ruim Antes de Cristo mostra como é "boazinha" com seus funcionários.
E a prova cabal desta política de "premiar" (com o dinheiro dos outros, diga-se) está na edição de hoje do "motor" que mostra "o brilho do São de Automóveis de Frankfurt".
Na página dois o editor Antonio Fornazieri Jr, escreveu:
"Não há crise que resista a uma paixão secular: a despertada pelo automóveis. Os velhos ingredientes - carrões, 'carrinhos', mulheres bonitas e muita tecnologia alternativa - estão lá em Frankfurt..."
Este é o primeiro parágrafo de seus texto encimado pelo pomposo titulo "Tributo a uma paixão inabalável" que é coberto ainda pela linha fina "O Salão de Frankfurt, que termina domingo, resiste aos efeitos da crise e mais uma vez é sucesso de público".
Lendo linha fina, título e as primeiras linhas de sua matéria chegamos a imaginar que o empenhado editor estive em Frankfurt cobrindo o evento. Mas um pequeno detalhe na sexta linha do texto editado na página 2 faz o leitor para para pensar. No meu texto aqui o detalhe encerra o parágrafo reproduzido do jornal: ...- estão lá em Frankfurt..." (o negrito é meu).
Bem, se "estão lá", quem escreve está aqui. Então o editor do caderno não foi a Frankfurt. Seguindo o texto imagina-se que ele tenha produzido daqui o texto "adornado" pelas fotos de carros e mulheres assinadas por fotógrafos da agência France Press.
Mas até ele não ter ido e ter produzido o material aqui não significaria nada, afinal, o próprio texto ressalta a crise. Acontece que no último parágro do seu texto, como no primeiro, um outro detalhe chama a atenção do leitor.
Diz ele nas quatro últimas linhas: "Nas próximas páginas desta edição (fechada aqui em Campinas, na Vila Industrial - a expllicação é minha), o leitor vai conferir as principais novidades do IAA 2009, reveladas pelo nosso enviado especial"... (o negrito também é meu).
Se o editor do caderno naão foi para Frankfurt cobrir os carrões e as mulheres lindas, quem foi?
A resposta está na página 3, na assinatura da matéria sob título "O futuro é dos pequenos": Nelson Homem de Mello - de Frankfurt - mello@rac.com.br
Para quem não sabe, Nelson Homem de Mello é diretor da RAC e posso dizer com muita convicção que nunca tinha visto um texto seu assinado nas publicações da RAC especialmente no "motor". Não que ele não possa produzir e assinar texto pois é profissional e muito competente para isto.
Pois bem no final do seu texto tem uma pequena nota aberta por asterisco: "* O jornalista viajou a Frankfurt a convite da Anfavea - Associação Fabricante de Veículos Automotores"
E o que sito significa?
Primeiro que não foi nem o jornalista nem a RAC quem pagou a "cara" viagem.
Segundo que, quando o jabá é muito bom, ele não vai à mesa do peão, é servido aos homens que ocupam os cargos mais elevados dentro da empresa jornalísticas apesar de, na maioria das vezes, o convite ter como destinatário o editor do caderno especializado.
Terceiro que todos os profissionais do meio sabem que os jabás oferecidos pela Anfavea não são jabás mas mordomias faraônicas logo capaz de desperta cobiça até de quem tem condições de ir ao IAA por conta própria, como é o caso do diretor da RAC e que não é oc aso do editor do "motor".
Por isso Nelson Homem de Mello foi para Frankfurt e Antonio Fonazieri Jr ficou em Campinas, na Vila Industrial escrevendo para apresentar o enviado especial.
POr fim tem ainda um outro detalhe no texto de abertura do Fornazieri. Lá ele diz que o IAA é realizado a cada dois anos e que o anterior foi realizado em 2007.
Se não me falha a memória, naquele o editor da "motor" e até acho que era também o próprio Fornazieri, também não foi. No lugar dele mereceu o carinho dos donos da RAC, outro diretor, Luiz Cesar de Souza Pinto, que ocupa cargo de Editro Executivo como consta no expediente da RAC publicado no Correio Popular.
Assim se Fornazieri continar editor do "motor" até 2011 quando acontecerá o próximo IAA, ele muito provavelmente ainda não irá como enviado especial. Em seu lugar provavelmente vá Marcelo Pereira, ou Editor Executivo, cujo nome aparece logo abaixo do de Luiz Cesar no mesmo expediente e portanto, a seguir o racícionio dos donos Godoys da empresa, deverá ser o próximo merecedor do prêmio que Anfavea paga e poderá desfrutar das mordomias faraônicas na Alemanha entre carrões emulheres bonitas.
Ao Fonazieri caberá a tarefa de anunciar em texto, aqui em Campinas, na Vila Industrial, em sua cadeirinha na redação da RAC, o "trabalho" do enviado especial mostrando as novidades do IAA 2011.
É espera para ver.
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terça-feira, 8 de setembro de 2009
O 'VENDILHÃO" RESSURGINDO DAS CINZAS
O NOME DELE É ORESTES QUÉRCIA
É o seguinte: se o que Ciro Gomes disse em sua entrevista ao Estadão de sábado for verdade e, pior ainda, se confirmar, juro que deixo o país.
Está lá com todas as letras uma trama sórdida para levar Dilma à presidência:
Colocar Orestes Quércia como vice na chapa!
Eu cansei de pichar "VENDILHÃO" em muros, pontes e viadutos de toda Campinas quando essa coisa fechou o Jornal de Hoje lá nos anos 80.
Está feito o desafio aqui.
Se a dupla for feita e levar eu sumo desta porra!
É o seguinte: se o que Ciro Gomes disse em sua entrevista ao Estadão de sábado for verdade e, pior ainda, se confirmar, juro que deixo o país.
Está lá com todas as letras uma trama sórdida para levar Dilma à presidência:
Colocar Orestes Quércia como vice na chapa!
Eu cansei de pichar "VENDILHÃO" em muros, pontes e viadutos de toda Campinas quando essa coisa fechou o Jornal de Hoje lá nos anos 80.
Está feito o desafio aqui.
Se a dupla for feita e levar eu sumo desta porra!
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A HISTÓRIA DE SOLEDAD 'VIVE' PERTO DE NÓS
Estamos eu e minha cara metade, depois de um cineminha no feriadão de 7 de setembro zanzando entre as prateleiras de uma livraria em busca de "Z A Cidade Perdida".
Nada.
Não chegou ainda, disse a funcionária.
Continuamos lendo títulos, vendo capas, quem sabe alguma coisa interessante. Lembro de um lançamento que me chamou a atenção em leituras diárias de jornais. Não lembro o título, nem o autor, nem a editora. Recorro à esposa: vc lembra o nome da mulher do Cabo Anselmo? Não! Ela foi enfática.
Por trás de mim saiu a voz da funcionária, enfática também: Soledad!
Isso mesmo disse eu. Este é o título do livro que estou buscando também.
Não temos, infelizmente. Ela continuou.
Pena, disse eu.
E como um "gancho" daqueles demolidores aplicados com maestria e força por boxeadores profissionalíssimos, ela me indaga: Se eu disesse que sou filha dela, vc acreditaria? Quase quedo e disse, não!
Era verdade. A história de Soledad está viva e muito perto de nós.
NE: Para quem não sabe Soledad, uma linda jovem Paraguaia viveu romance com o Cabo Anselmo que a delatou ao famoso delegado Fleury e que acabou morta em 1973 no Recife.
Urariano Mota acaba de lançar pela Boi Tempo, o livro "soledad no Recife".
No blog "Sapoti da Japaranduba" tem mais...
Nada.
Não chegou ainda, disse a funcionária.
Continuamos lendo títulos, vendo capas, quem sabe alguma coisa interessante. Lembro de um lançamento que me chamou a atenção em leituras diárias de jornais. Não lembro o título, nem o autor, nem a editora. Recorro à esposa: vc lembra o nome da mulher do Cabo Anselmo? Não! Ela foi enfática.
Por trás de mim saiu a voz da funcionária, enfática também: Soledad!
Isso mesmo disse eu. Este é o título do livro que estou buscando também.
Não temos, infelizmente. Ela continuou.
Pena, disse eu.
E como um "gancho" daqueles demolidores aplicados com maestria e força por boxeadores profissionalíssimos, ela me indaga: Se eu disesse que sou filha dela, vc acreditaria? Quase quedo e disse, não!
Era verdade. A história de Soledad está viva e muito perto de nós.
NE: Para quem não sabe Soledad, uma linda jovem Paraguaia viveu romance com o Cabo Anselmo que a delatou ao famoso delegado Fleury e que acabou morta em 1973 no Recife.
Urariano Mota acaba de lançar pela Boi Tempo, o livro "soledad no Recife".
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