OFERECIDO PELA ABERJE
A sigla ABERJE já simplificou o título Associação Brasileira dos Editores de Revistas e Jornais Empresariais. Hoje a entidade se denomina Associação Brasileira de Comunicação Empresarial.
Mas, vamos ao curso e comecemos pelo texto que convida "o/a comunicador(a)":
Hoje sabemos sobre a importância de controlar o que é publicado pela imprensa, uma vez que estas publicações podem influenciar positiva ou negativamente a imagem e reputação de uma organização.
Depois o título e o conteúdo:
Assessoria de imprensa na construção da imagem institucional
O desenvolvimento de ações junto à Imprensa é antes de mais nada uma ferramenta estratégica de gestão, uma vez que trabalha a imagem e a reputação da empresa. O jornalista é um importante formador e duplicador de opinião e, nessa condição, torna-se um aliado fundamental, a ser conquistado e mantido. O objetivo? Fazer da empresa uma autêntica fonte de informação. Se conduzido de forma profissional e ética, esse processo poderá trazer como conseqüência a publicação dessas informações, transformando-as em notícia.
O trabalho de assessoria de imprensa deve ser baseado em ações planejadas, com objetivos e estratégias muito bem estabelecidas, coerentes com a Política de Comunicação da empresa.
A manutenção constante do canal de comunicação entre empresa e Imprensa, baseada em posturas éticas, trará bons resultados para ambos os lados. A Imprensa precisa de informação (matéria prima de seu trabalho) e a empresa precisa mostrar suas pesquisas, aplicações, novidades e resultados para a sociedade – daí o interesse mútuo característico desse relacionamento.
Objetivo
Discutir a importância da Imprensa na formação da imagem institucional da empresa; debater a Assessoria de Imprensa como ferramenta de bom relacionamento com os jornalistas; levantar questões sobre o futuro do mercado de trabalho.
Metodologia
O programa será desenvolvido através de processo dinâmico, com discussão de conceitos teóricos e experiências de mercado (apresentações expositivas alternadas com discussão em grupo). Será utilizado material complementar (transparências, recortes, livros, exemplares ilustrativos) visando manter o dinamismo das aulas.
Programa
1. Função estratégica da Comunicação
2. Análise do processo de comunicação externa
3. Breve histórico da atividade no Brasil
4. Assessoria de Imprensa é jornalismo?
5. Relacionamento com a Imprensa; conceito, objetivos e ações
6. Conflitos e acertos entre Redação e assessor
7. Planejando o trabalho de divulgação
8. Tendências do mercado de trabalho
9. Assessoria externa, importante aliada
10. Como analisar resultados
Preço do curso: R$ 600,00 para associados e R$ 830,00 para não associados.
Ou seja, para quem não é associado a hora/aula, considerando-se 8 horas de curso (das 9 às 18 horas com intervalo presumivel de 1 hora para almoço) custará mais de R$ 100,00 para discutir "a importância da imprensa na formação da imagem institucional da empresa" e saber que para isto é preciso trabalhar "com objetivos e estratégias coerentes com a política de comunicação da empresa".
Por isso assumi, de uns tempos para cá, a radical postura de entender a Assessoria de Imprensa como atividade de Relações Públicas e não de Jornalista.
Por fim adoraria conhecer o conteúdo do item 4-Assessoria de Imprensa é Jornalismo?, a ser desenvolvido no curso. Seguramente a resposta deverá ser negativa se levarmos em consideração o explicitado no título/tema do curso: "Assessoria de imprensa na construção da imagem institucional", que muito bem poderia ter outra construção: Assessoria de imprensa para construir a imagem institucional" ou ainda mais afinada com a entidade que o patrocina: "Assessoria de imprensa para construir a imagem empresarial".
Para quem quer um curso deste e tem condições de desembolsar R$ 830,00, faça bom proveito.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
terça-feira, 28 de julho de 2009
E A APELIDADA "GRANDE IMPRENSA" DE CAMPINAS HEIN...
FURO NELES!
Se a RAC (Ruim Antes de Cristo) tiver interesse podemos preparar um curso de aprofundamento em jornalismo para o pessoal da casa. É só discutir os custos...
Se a RAC (Ruim Antes de Cristo) tiver interesse podemos preparar um curso de aprofundamento em jornalismo para o pessoal da casa. É só discutir os custos...
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quinta-feira, 9 de julho de 2009
DEMITIDA DA RAC ASSUME NO SINDUSCON
WILMA GASQUES ASSUME NO LUGAR DE MONICA MONTEIRO
A mudança foi anunciada em comunicado divulgado pela entridade:
"Prezados,
Comunicamos que desde 1º de julho a Srta. Monica Monteiro não mais atende a esta Regional SindusCon como assessora de imprensa.
Aproveitando o processo de reestruturação interna, contamos agora com a assessoria da Sra. Vilma Gasques que vem de atividades junto a imprensa de Campinas e região para contribuir e somar a nossa equipe.
Atenciosamente,
Luiz Cláudio M. Amoroso
Diretor Regional Campinas"
A mudança foi anunciada em comunicado divulgado pela entridade:
"Prezados,
Comunicamos que desde 1º de julho a Srta. Monica Monteiro não mais atende a esta Regional SindusCon como assessora de imprensa.
Aproveitando o processo de reestruturação interna, contamos agora com a assessoria da Sra. Vilma Gasques que vem de atividades junto a imprensa de Campinas e região para contribuir e somar a nossa equipe.
Atenciosamente,
Luiz Cláudio M. Amoroso
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segunda-feira, 6 de julho de 2009
O OBUDSMAN DA FSP RADICALIZOU
CARLOS EDUARDO LINS DA SILVA ACUSA JORNAL DE FRAUDE
Para ler e deduzir o final do artigo do ombudsman:
"...Se a Folha quer mesmo esclarecer o assunto, é simples: deve identificar a fonte que lhe enviou eletronicamente a ficha (assim, o público avaliará sua credibilidade) e instá-la a fornecer o documento original para exame de peritos isentos e pagos pelo jornal.
Só isso elucidará o caso, embora para leitores especializados em artes gráficas, nem seja necessário. Alguns me mandaram material convincente para comprovar a fraude.
Um deles, André Borges Lopes, diz que “trata-se de falsificação tão grosseira que qualquer técnico do departamento de arte do jornal poderia detectar os indícios de fraude em cinco minutos de análise”.
LEIA: FNDC
Se ele afirma que o material enviado por leitores é "convincente para comprovovar a fraude" ele está literalmente acusando o jornal de fraude!
Onde estamos!? Um país onde o ombudsman acusa o veículo onde ocupa o cargo de fraudar documento e ninguém faz nada não pode ser um país sério! Ação pública já. Fecha Folha!
Vamos Twittar: FECHA FOLHA!
Para ler e deduzir o final do artigo do ombudsman:
"...Se a Folha quer mesmo esclarecer o assunto, é simples: deve identificar a fonte que lhe enviou eletronicamente a ficha (assim, o público avaliará sua credibilidade) e instá-la a fornecer o documento original para exame de peritos isentos e pagos pelo jornal.
Só isso elucidará o caso, embora para leitores especializados em artes gráficas, nem seja necessário. Alguns me mandaram material convincente para comprovar a fraude.
Um deles, André Borges Lopes, diz que “trata-se de falsificação tão grosseira que qualquer técnico do departamento de arte do jornal poderia detectar os indícios de fraude em cinco minutos de análise”.
LEIA: FNDC
Se ele afirma que o material enviado por leitores é "convincente para comprovovar a fraude" ele está literalmente acusando o jornal de fraude!
Onde estamos!? Um país onde o ombudsman acusa o veículo onde ocupa o cargo de fraudar documento e ninguém faz nada não pode ser um país sério! Ação pública já. Fecha Folha!
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RUIM ANTES DE CRISTO VAI PIORANDO AINDA MAIS
DEZ LIÇÕES DE CASA PARA A RAC ECONOMIZAR:
- 1 - Acaba com esta edição lamentavelmente vergonhosa de segunda-feira;
- 2 - Edita esportes apenas em duas páginas - Ponte, Guarani e esporte amador
- 3 - Acaba com Editoria Internacional
- 4 - Acaba com a Editoria Brasil
- 5 - Acaba com a Editoria Economia
- 6 - Vende a página da coluna social para o colunista
- 7 - Acaba com resumo de novelas, horóscopo, esoterismo, cruzadas e sodoku, programação de tv
- 8 - Acaba com caderno Infantil
- 9 - Acaba com Caderno Turismo
- 10 - Enterra o defunto Diário do Povo.
A partir daí faz jornalismo "arroz com feijão" - "profissional e ético", com três editorias: Local, Esportes, Variedades.
Ou não foi assim que o "Glorioso" Correio Popular se fez?
ET. Se quisrem justifico cada uma das medidas sugeridas.
- 1 - Acaba com esta edição lamentavelmente vergonhosa de segunda-feira;
- 2 - Edita esportes apenas em duas páginas - Ponte, Guarani e esporte amador
- 3 - Acaba com Editoria Internacional
- 4 - Acaba com a Editoria Brasil
- 5 - Acaba com a Editoria Economia
- 6 - Vende a página da coluna social para o colunista
- 7 - Acaba com resumo de novelas, horóscopo, esoterismo, cruzadas e sodoku, programação de tv
- 8 - Acaba com caderno Infantil
- 9 - Acaba com Caderno Turismo
- 10 - Enterra o defunto Diário do Povo.
A partir daí faz jornalismo "arroz com feijão" - "profissional e ético", com três editorias: Local, Esportes, Variedades.
Ou não foi assim que o "Glorioso" Correio Popular se fez?
ET. Se quisrem justifico cada uma das medidas sugeridas.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
RAC - RUIM ANTES DE CRISTO - DEMITE DE MONTÃO
NENHUMA NOTA OFICIAL DE NENHUM DOS DOIS LADOS!
Se não fizeram acordos acachapantes vai ter demitido que vai entupir a conta corrente de grana. Só para dar um exemplo, o nome de Renato Otranto aparece entre comentados como demitido. Quando passei pela redação do então Correio Popular em 1980 ele já estava lá há alguns bons anos.
Se ele e outros não aceitaram serem demitidos do Correio Popular para serem re-admitidos quando da criação da RAC e da AAN Agência Anhanguera de Notícias, a grana vai ser boa. Se aceitaram aquela absurda proposta patronal, vão chorar na rampa...
Espero que os não demitidos não aceitem também a humilhante situação de um mesão que produziria todos os veículos da RAC sem um realinhamento salarial. Entre eles claro, não incluo os apaniguados que adoram viajar para o exterior em hotéris de alto luxo na base da tão ou mais humilhante situação de "O repórter fulano viajou a convite de..."
Por esta grana no salário para permitir que o repórter leve junto consigo a família, nem pensar.
RAC: não tem jeito é RUIM ANTES DE CRISTO e provavelmente afunde no atoleiro muito antes do que se possa imaginar.
Se não fizeram acordos acachapantes vai ter demitido que vai entupir a conta corrente de grana. Só para dar um exemplo, o nome de Renato Otranto aparece entre comentados como demitido. Quando passei pela redação do então Correio Popular em 1980 ele já estava lá há alguns bons anos.
Se ele e outros não aceitaram serem demitidos do Correio Popular para serem re-admitidos quando da criação da RAC e da AAN Agência Anhanguera de Notícias, a grana vai ser boa. Se aceitaram aquela absurda proposta patronal, vão chorar na rampa...
Espero que os não demitidos não aceitem também a humilhante situação de um mesão que produziria todos os veículos da RAC sem um realinhamento salarial. Entre eles claro, não incluo os apaniguados que adoram viajar para o exterior em hotéris de alto luxo na base da tão ou mais humilhante situação de "O repórter fulano viajou a convite de..."
Por esta grana no salário para permitir que o repórter leve junto consigo a família, nem pensar.
RAC: não tem jeito é RUIM ANTES DE CRISTO e provavelmente afunde no atoleiro muito antes do que se possa imaginar.
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domingo, 28 de junho de 2009
SINDICATO ELOGIA COLUNISTA POUCO ELOGIÁVEL
CONSULTA TERIA REPROVADO PROPOSTA
Em carta para a Coluna do Leitor do jornal Correio Popular de Campinas, o diretor regional do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, Agildo Nogueira Junior, diz: "...a Regional Campinas do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo (SJSP) parabeniza o articulista pelo texto Clodogil (23/) que, com clareza e objetividade, aponta os erros praticados pela suprema corte brasileira em benefício de grupos econômicos."
Em primeiro lugar é preciso que se diga que diretor nenhum tem o direito e o poder de falar em nome da entidade, em situações polêmicas especialmente, sem que faça um ampla consulta junto aos seus representados.
O elogio não é HUNANIMIDADE e sem a consulta não tem LEGITIMIDADE.
Ainda que o diretor da Regional tenha alertado no início da sua carta para o respeito aos costureiros e costureiras e "mesmo, na maioria das vezes, discordando das posições de Manuel Carlos..." levar consigo todos os sindicalizados em iniciativas como esta, especialmente em relação ao parabenizado cuja presença nas páginas do CP tem sido criticada por integrantes dos mais variados segmentos da sociedade campineira, é um fato grave.
Pessoalmente e até profissionalmente, pois uma coisa é inerente à outra, o diretor da Regional poderia elogiar, parabenizar, louvar enfim se expressar como quizesse em relação ao colunista e seus artigos.
Na mesma página do jornal e na mesma coluna, Márcia Quintanilha, assina também carta de parabéns ao professor Luiz Roberto Saviani Rey, identificando-se como diretora da Fenaj mas em momento algum disse que era a Fenaj, enquanto instituição, quem parabenizava. Mesmo que deixando passar sutilmente esta intensão usando o verbo com o qual inicia sua carta primeira pessoa do plural.
O escorregão do diretor portanto é merecedor de reparos e uma nova carta à coluna retificando sua declaração no que tange o envolvimento da Regional (especificamente), seria de muito bom alvitre.
Como sindicalizado há mais de 30 anos espero que ele o faça.
Em carta para a Coluna do Leitor do jornal Correio Popular de Campinas, o diretor regional do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, Agildo Nogueira Junior, diz: "...a Regional Campinas do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo (SJSP) parabeniza o articulista pelo texto Clodogil (23/) que, com clareza e objetividade, aponta os erros praticados pela suprema corte brasileira em benefício de grupos econômicos."
Em primeiro lugar é preciso que se diga que diretor nenhum tem o direito e o poder de falar em nome da entidade, em situações polêmicas especialmente, sem que faça um ampla consulta junto aos seus representados.
O elogio não é HUNANIMIDADE e sem a consulta não tem LEGITIMIDADE.
Ainda que o diretor da Regional tenha alertado no início da sua carta para o respeito aos costureiros e costureiras e "mesmo, na maioria das vezes, discordando das posições de Manuel Carlos..." levar consigo todos os sindicalizados em iniciativas como esta, especialmente em relação ao parabenizado cuja presença nas páginas do CP tem sido criticada por integrantes dos mais variados segmentos da sociedade campineira, é um fato grave.
Pessoalmente e até profissionalmente, pois uma coisa é inerente à outra, o diretor da Regional poderia elogiar, parabenizar, louvar enfim se expressar como quizesse em relação ao colunista e seus artigos.
Na mesma página do jornal e na mesma coluna, Márcia Quintanilha, assina também carta de parabéns ao professor Luiz Roberto Saviani Rey, identificando-se como diretora da Fenaj mas em momento algum disse que era a Fenaj, enquanto instituição, quem parabenizava. Mesmo que deixando passar sutilmente esta intensão usando o verbo com o qual inicia sua carta primeira pessoa do plural.
O escorregão do diretor portanto é merecedor de reparos e uma nova carta à coluna retificando sua declaração no que tange o envolvimento da Regional (especificamente), seria de muito bom alvitre.
Como sindicalizado há mais de 30 anos espero que ele o faça.
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