domingo, 28 de junho de 2009

SINDICATO ELOGIA COLUNISTA POUCO ELOGIÁVEL

CONSULTA TERIA REPROVADO PROPOSTA

Em carta para a Coluna do Leitor do jornal Correio Popular de Campinas, o diretor regional do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, Agildo Nogueira Junior, diz: "...a Regional Campinas do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo (SJSP) parabeniza o articulista pelo texto Clodogil (23/) que, com clareza e objetividade, aponta os erros praticados pela suprema corte brasileira em benefício de grupos econômicos."

Em primeiro lugar é preciso que se diga que diretor nenhum tem o direito e o poder de falar em nome da entidade, em situações polêmicas especialmente, sem que faça um ampla consulta junto aos seus representados.

O elogio não é HUNANIMIDADE e sem a consulta não tem LEGITIMIDADE.

Ainda que o diretor da Regional tenha alertado no início da sua carta para o respeito aos costureiros e costureiras e "mesmo, na maioria das vezes, discordando das posições de Manuel Carlos..." levar consigo todos os sindicalizados em iniciativas como esta, especialmente em relação ao parabenizado cuja presença nas páginas do CP tem sido criticada por integrantes dos mais variados segmentos da sociedade campineira, é um fato grave.

Pessoalmente e até profissionalmente, pois uma coisa é inerente à outra, o diretor da Regional poderia elogiar, parabenizar, louvar enfim se expressar como quizesse em relação ao colunista e seus artigos.

Na mesma página do jornal e na mesma coluna, Márcia Quintanilha, assina também carta de parabéns ao professor Luiz Roberto Saviani Rey, identificando-se como diretora da Fenaj mas em momento algum disse que era a Fenaj, enquanto instituição, quem parabenizava. Mesmo que deixando passar sutilmente esta intensão usando o verbo com o qual inicia sua carta primeira pessoa do plural.

O escorregão do diretor portanto é merecedor de reparos e uma nova carta à coluna retificando sua declaração no que tange o envolvimento da Regional (especificamente), seria de muito bom alvitre.

Como sindicalizado há mais de 30 anos espero que ele o faça.

FSP TAMBÉM MANDA ENFIAR O DIPLOMA...

A FOLHA PELO MENOS É COERENTE, POIS SEMPRE MANDOU ENFIAR O DILOMA!

"As empresas vão continuar buscando no mercado os profissionais de jornalismo com diploma..."

"As escolas de jornalismo não vão acabar..."

"Um jornalista com diploma sempre terá vantagem no mercado..."


TUDO BALELA!

Quanto tempo faz que o STF exterminou com o diploma? Uma semana? Então... A FSP não perdeu tempo. E como sempre mandou mesmo enfiar o diploma de jornalismo já está contratando recem formado de qualquer área.

Será que aceita diploma cozinheiro?

Receio que a FSP tenha que acabar logo com o seu tal programa de treinamento em jornalismo diário. Não haverá gente suficiente e nem "saco" para selecionar os zilhões de interessados das mais diversas e "qualificadas" faculdades do país!
Tomara mesmo que isto aconteça. Via ser muito engraçado.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

PRESIDENTE DO STF É COZINHEIRO

UMA BELA CHARGE DE UM CHARGISTA QUE ERA JORNALISTA






"Compartilho com vocês, abaixo, a charge do Clayton.
Ele é do jornal O POVO, de Fortaleza. E, pra mim, um dos melhores do Brasil.
Detalhe: Clayton foi meu aluno de jornalismo. Depois de anos na Redação resolveu ir para a faculdade, ter a formação de jornalista. Passou 4 anos indo à noite para a faculdade depois de um dia de trabalho.
Se não me engano, se formou no ano passado.
Acho que a charge ilustra bem o que ele sente.
Cristiane Parente"
Da Lista Jornalistas da Web

GLOBO DIZ QUE CURSO ENSINA TÉCNICAS...

GLOBO DIVULGA COMUNICADO INTERNO

"A decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o diploma de jornalista é bem-vinda. Ela atesta como legal situação vivida por órgãos de imprensa, que, há anos, têm na sua equipe especialistas de outras áreas, com talento reconhecido, mas que não se formaram na profissão. Quaisquer que sejam as interpretações sobre a decisão do STF, porém, para nós das Organizações Globo nada mudará. Reconhecemos como fundamental o trabalho feito pelas Escolas de Comunicação Social no país e continuaremos a buscar nelas os nossos profissionais de jornalismo. Estes, para exercerem bem as suas atribuições, dependem de um conjunto de técnicas e conhecimentos que tem nas Escolas de Comunicação o seu melhor centro de difusão. Essa crença nunca esteve em conflito com a nossa postura de buscar especialistas de outras áreas que possam enriquecer nossos jornais, revistas, programas jornalísticos em rádio e TV e sites da internet. A decisão do STF apenas ratifica uma prática que sempre foi nossa.

João Roberto Marinho"

STF CAI NA PRÓPRIA ARMADILHA

STF contratará jornalistas, mas não sabe se exigirá diploma
JUSTIÇA - [ 18/06 ]
Cruzeiro On Line

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de que não pode ser exigido o diploma de jornalismo de quem trabalha como jornalista ocorreu às vésperas de a Corte lançar o edital de um concurso para contratar 14 jornalistas. Por causa disso, a comissão de concursos do STF analisa agora se será ou não cobrado dos candidatos o curso de jornalismo. Antes da decisão, ter concluído a faculdade de jornalismo era um pré-requisito para os aspirantes às vagas.

A ideia do tribunal era divulgar o edital até o final deste mês. Mas, com o resultado do julgamento de 4ª feira (17), a publicação desse edital poderá demorar um pouco mais para ocorrer. Por enquanto há apenas uma certeza: os 14 candidatos às vagas de analista na secretaria de comunicação do STF terão de ter concluído uma faculdade porque os cargos são de analista, dos quais é exigido nível superior. Ainda não se sabe se essa faculdade terá de ser de jornalismo ou se será permitida a candidatura de pessoas que tenham feito outros cursos, como direito e letras.

Os 14 selecionados trabalharão junto à secretaria de comunicação do tribunal. Eles terão de assistir às sessões de julgamento do Supremo e redigir textos que serão divulgados na página do STF na Internet (www.stf.jus.br). Também caberá a eles atender aos jornalistas dos veículos de comunicação interessados em notícias sobre o tribunal. Uma das saídas que poderá ser utilizada pelo tribunal é exigir apenas um diploma de nível superior dos candidatos. Essa abertura ocorre em concursos para preenchimento de vagas em outras áreas do tribunal. Os analistas que atuam na área administrativa do Supremo, por exemplo, podem ser formados em qualquer curso superior pleno.

Segundo informações do Supremo, um desses analistas é engenheiro mecatrônico. Isso também ocorre no recrutamento de taquígrafos. Para disputar uma vaga de analista da área de informática, o candidato tem de ter formação em tecnologia ou graduação em outra faculdade, mas com pós-graduação em tecnologia.

NOTA NOSSA: Jornalista para trabalhar como analista. É brincadeira do STF...

quarta-feira, 17 de junho de 2009