PRODUZIDO DE VIÉS POR INCOMPETENCIA OU MÁ FÉ
Domingo dia 12 de fevereiro de 2102.
Como sempre acontece quando o carnaval se aproxima, em várias cidades do país, blocos dos mais variados desfilam pelas ruas. Em Campinas também. E pelo menos dois marcaram presenças em bairros distintos: o "Bloco Nem Sangue Nem Areia" no bairro operário da Vila Industrial e o "Bloco do Bob (o cão)" no elitizado Cambuí.
O "Nem Sangue Nem Areia" foi criado em 1946 por um racha na direção do "Bloco do Boi" que surgiu em 1905 e nos anos 60 deixou de desfilar para tristeza dos moradores, a maioria operários, da Vila Industrial. Em 2009, um grupo de jornalistas e músicos de Campinas decidiram recriar o bloco nos moldes daquele: fazer alegria com muita música e fantasia na tarde de domingo que antecede o carnaval. Em sua quarta edição levou às ruas da Vila uma homenagem ao artista plástico local Thomaz Perina incluindo Comissão de frente de batas com obras im pressas em batik. Cultura pura e copisa rrara de se ver, mesmo em Campinas, considerada berço de cultura.
O "Bloco do Bob", surgiu há dois anos quando um grupo de taxistas adotou um cãozinho que apareceu na praço próxima ao ponto e acabou virando notícia. O bloco, como prório nome diz, congrega donos de cães, a maioria de raça refinada.
Os dois grupos dividem a tarde de domingo. Por acontecimento local, os dois deviam merecer a atenção da midia local também.
Assim foi, mas com o viés do título acima.
O jornal Correio Popular, o principal veículo impresso da cidade circula na segunda-feira com uma edição muito pequena (poucas páginas). Numa delas o jornal mostra sua cobertura carnavalesca do dia de domingo: "Foliões ignoram a chuva e tomam ruas - Nem Sangue Nem Areia homenageia Thomaz Perina e o Bloco do Bob leva cães para o carnaval"
Parafraseando o puxador de som Elder Bittencourt do "Nem Sangue Nem Areia" que gritava "alegria é coisa séria" para animar quem estava na rua junto com o bloco, podemos dizer que edição jornalística também é coisa séria e muito séria.
Vai daí que o jornal coloca sob a manchete (apontada um parágrafo acima) da página A9, três fotos: uma (a maior) do Bloco do Bob; ao lado desta, outra, de menor tamanho mostra 4 homens lavando um túnel, apesar da legenda explicitar: "Ao menos 70 homens foram mobilizados para a llimpeza do túnel". Assim não se pode deixar de perguntar: "não é pouco homem na foto para tanto na legenda, e por que uma foto de limpeza de túnel em matéria sobre os blocos?"
E segue os bloco, melhor a matéria muito mal editada.
A foto da limpeza do túnel, se depreeende com dificuldade, está relacionada ao texto logo abaixo dela. Mas um traço estilo "meia cana" na linguagem gráfica separa a foto do texto e portanto uma coisa da outra. Ou seja o traço não deveria existir para existir a ligação da foto com o texto. Isto é básico em edição. Mas quam sabe lá o que é básico?...
E segue os bloco, melhor a matéria muito mal editada.
O texto da matéria, assinado por Bruna Mozer e Gláucia Santinello destina seis parágrafos iniciais para falar sobre o "Nem Sangue...". Aqui o editor acertou pois a linha fina da manchete privilegia oeste bloco e não do do Bob, mas enfia os pés pelas mãos ao inserir entre o primeiro e segundo parágrafo o seguinte 'olho': "Bateria da Portela estréia com show em bar de Campinas". Ora, por que no início do texto se o que se refere ao olho só aparece nos dois últimos e pequenos parágrafos? Que viés é este? De incompetêncica ou de jabá? (jabá= algo que o jornalista recebe para publicar algo sobre alguem).
E segue os bloco, melhor a matéria muito mal editada.
E mais uma enfiada de pés pelas mão do editor insere incorretamente outro olho "Thomaz Perina lamentava que as tradições estavam se perdendo - Carlos Parada - Dir. do Instituto Thomaz Perina e sobrinho do artista" no meio do texto que fala sobre o Bloco do Bob.
Então, se o texto inicia com 6 parágrafos sobre o "Nem Sangue...", segue com 4 parágrafos sobre o "Bloco do Bob" e termina com 2 sobre o "Boteco São Bento" e ainda mostra um grande olho sobre o "Nem Sangue..." por que na matéria só tem foto do bloco do cão, do boteco e do túnel e não tem foto do "Nem Sangue..."? simples: o o editor não sabe nada de edição ou o viés foi de incompetência, má fé, ou interesse comercial...
Bem, tudo isto sob os olhos atentos de quatro editores; Adriana Villar, Claudio Liza Junior, Jorge Massarolo e Ricardo Alécio ou seja nesta minguada edição de segunda-feira são apenas 7 páginas para 4 editores...
Como gritava eleder Bittencourt no "Nem Sanguem..." alegria é coisa séria eu grito aqui: edição é coisa séria!
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
JORNALISMO NÃO É MARKETING
QUANDO A ASSESSORIA DE IMPRENSA DEIXA DE FAZER JORNALISMO PARA MARKETEAR
O jornalista Ricardo Alécio, que ainda assina a coluna "Xeque-Mate", do jornal Correio Popular de Campinas/SP, na edição de hoje, atribui à sua colega também jornalista e diretora de Comunicação da Prefeitura, Monica Monteiro, a responsabilidade por ação de marketing.
A informação está em nota com dois tópicos com os títulos "Olho..." e "...no marketing" respectivamente onde ele diz que a jornalista "...deu o pontapé inicial a um projeto que tem como objetivo valorizar a imagem do prefeito Pedro Serafim usando notas em colunas sociais de jornais, revistas e internet..."
De pronto sou obrigado a me posicionar radicalmente contra qualquer jornalista que busque com seu trabalho apenas a valorização da imagem de quem quer que seja. Como está no título: Jornalismo não é marketing.
Não vou entrar no mérito da veracidade da nota, até porque em coluna o titular escreve o que quer. E ainda que a jornalista Monica Monteiro a desminta, vai ficar o dito pelo não dito. Sendo assim, verdade ou mentira do colunista, não importa muito. O que importa é a conceituação atribuida ao trabalho da jornalista da Prefeitura explicitada na titulação das notas.
Dizer que a jornalista está de "Olho...no marketing" é o mesmo (pelo menos para mim - e olha que lá vai quase 40 anos de jornalismo) que dizer que ela não está fazendo jornalismo e sim marketing. Não faz muito tempo, chamar um jornalista de "marketeiro" era coisa para briga feia.
Há uma verdade aí que não pode ser negada. Já faz também algum tempo que os jornalista que atuam em assessoria de imprensa se acharam no direito de defender com unhas e dentes (quando não outras armas) o seu assessorado muitas vezes, inclusive, sem saber se ele está certo ou errado e em algumas muitas mesmo estando ele errado.
Nos órgãos públicos então esta postura se disseminou aos quatro quantos de todos os poderes em todas as esferas. E quanto mais poderoso o assessorado, mais poderoso porta-voz e defensor se faz o assessor.
O problema é que Monica Monteiro, ou fosse lá quem fosse, não tem muita alternativa diante do abacaxi que decidiu aceitar descascar. Pedro Serafim mal é prefeito, pelas próprias circunstâncias em que chegou ao cargo e, por isso mesmo, não pode fazer muito. É aí que entra o assessor de imprensa jornalista ou marketeiro. Se jornalista, não vai divulgar nada, pois o prefeito não está fazendo nada. Se jornalista/marketeiro vai tentar melhorar a imagem do chefe. E aí, vai se afundar junto comm ele...
Ivy Lee, o pai das relações públicas, era jornalista e foi o primeiro a brir um escritório de relações públicas em Nova Yorque e teve como um dos clientes John Rockefeller Jr, dono da Colorado Fuel an Iron Co.
Seu lema era: "O POVO DEVE SER INFORMADO" e seu princípios:
“Este não é um Departamento de Imprensa secreto. Todo nosso trabalho é feito às claras. Pretendemos divulgar notícias, e não distribuir anúncios. Se acharem que o nosso assunto ficaria melhor como matéria paga, não o publiquem. Nossa informação é exata. Maiores pormenores sobre qualquer questão serão dados prontamente e qualquer redator interessado será auxiliado, com o máximo prazer, na verificação direta de qualquer declaração de fato. Em resumo, nossos planos, com absoluta franqueza, para o bem das empresas e das instituições públicas, é divulgar à imprensa e ao público dos Estados Unidos, pronta e exatamente informações relativas a assuntos com valor e interesse para o público”
Em suma, se a assessoria de imprensa da prefeitura levar em consideração o lema e os princípios de Ivy Lee, talvez não seja necessário "um projeto que tem como objetivo valorizar a imagem do prefeito" e que permita ser chamado de marketeiro por quem quer que seja.
O PÚBLICO QUER SER INFORMADO!
ABRA AS PORTAS AOS JORNALISTAS!
O jornalista Ricardo Alécio, que ainda assina a coluna "Xeque-Mate", do jornal Correio Popular de Campinas/SP, na edição de hoje, atribui à sua colega também jornalista e diretora de Comunicação da Prefeitura, Monica Monteiro, a responsabilidade por ação de marketing.
A informação está em nota com dois tópicos com os títulos "Olho..." e "...no marketing" respectivamente onde ele diz que a jornalista "...deu o pontapé inicial a um projeto que tem como objetivo valorizar a imagem do prefeito Pedro Serafim usando notas em colunas sociais de jornais, revistas e internet..."
De pronto sou obrigado a me posicionar radicalmente contra qualquer jornalista que busque com seu trabalho apenas a valorização da imagem de quem quer que seja. Como está no título: Jornalismo não é marketing.
Não vou entrar no mérito da veracidade da nota, até porque em coluna o titular escreve o que quer. E ainda que a jornalista Monica Monteiro a desminta, vai ficar o dito pelo não dito. Sendo assim, verdade ou mentira do colunista, não importa muito. O que importa é a conceituação atribuida ao trabalho da jornalista da Prefeitura explicitada na titulação das notas.
Dizer que a jornalista está de "Olho...no marketing" é o mesmo (pelo menos para mim - e olha que lá vai quase 40 anos de jornalismo) que dizer que ela não está fazendo jornalismo e sim marketing. Não faz muito tempo, chamar um jornalista de "marketeiro" era coisa para briga feia.
Há uma verdade aí que não pode ser negada. Já faz também algum tempo que os jornalista que atuam em assessoria de imprensa se acharam no direito de defender com unhas e dentes (quando não outras armas) o seu assessorado muitas vezes, inclusive, sem saber se ele está certo ou errado e em algumas muitas mesmo estando ele errado.
Nos órgãos públicos então esta postura se disseminou aos quatro quantos de todos os poderes em todas as esferas. E quanto mais poderoso o assessorado, mais poderoso porta-voz e defensor se faz o assessor.
O problema é que Monica Monteiro, ou fosse lá quem fosse, não tem muita alternativa diante do abacaxi que decidiu aceitar descascar. Pedro Serafim mal é prefeito, pelas próprias circunstâncias em que chegou ao cargo e, por isso mesmo, não pode fazer muito. É aí que entra o assessor de imprensa jornalista ou marketeiro. Se jornalista, não vai divulgar nada, pois o prefeito não está fazendo nada. Se jornalista/marketeiro vai tentar melhorar a imagem do chefe. E aí, vai se afundar junto comm ele...
Ivy Lee, o pai das relações públicas, era jornalista e foi o primeiro a brir um escritório de relações públicas em Nova Yorque e teve como um dos clientes John Rockefeller Jr, dono da Colorado Fuel an Iron Co.
Seu lema era: "O POVO DEVE SER INFORMADO" e seu princípios:
“Este não é um Departamento de Imprensa secreto. Todo nosso trabalho é feito às claras. Pretendemos divulgar notícias, e não distribuir anúncios. Se acharem que o nosso assunto ficaria melhor como matéria paga, não o publiquem. Nossa informação é exata. Maiores pormenores sobre qualquer questão serão dados prontamente e qualquer redator interessado será auxiliado, com o máximo prazer, na verificação direta de qualquer declaração de fato. Em resumo, nossos planos, com absoluta franqueza, para o bem das empresas e das instituições públicas, é divulgar à imprensa e ao público dos Estados Unidos, pronta e exatamente informações relativas a assuntos com valor e interesse para o público”
Em suma, se a assessoria de imprensa da prefeitura levar em consideração o lema e os princípios de Ivy Lee, talvez não seja necessário "um projeto que tem como objetivo valorizar a imagem do prefeito" e que permita ser chamado de marketeiro por quem quer que seja.
O PÚBLICO QUER SER INFORMADO!
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terça-feira, 15 de novembro de 2011
OLHA O JORNALISMO QUE O CORREIO POPULAR FAZ
É OU NÃO É IMPOSSÍVEL DEIXAR DE REFLETIR SOBRE?...
"Paciente paga com dólares conta do hospital e é preso" - Página A6
Esta é a chamada de capa. O que podemos depreender deste título usado como chamada? Simples não? Alguém foi ao hospital e, por usar dólares irregularmente no pagamento de conta de hospital acabou preso. Mas será isto mesmo?
Mudando da água para o vinho.
A matéria está no alto da página 6 do primeiro caderno sob a rubrica 'CRIMINALIDADE/MIGRAÇÃO' e o título: "Polícia Civil apura fuga de bando carioca para a região"
E o paciente que pagou o hostpial com dólares da chamada da capa? Ha, bem, a relação começa no abre da matéria onde o jornal diz: "Morador do rio é preso após usar US$ 8 mil para pagar hospital em Campinas".
A matéria assinada por Natan Dias, da Agência Anhanguera, começa assim: "A Polícia Civil investiga a fuga de criminosos da favela Rocinha para Campinas desde ontem, quando um procurador da Justiça Federal, morador na Ladeira do Morro da Saúde, no rio de Janeiro, foi preso no hospital Samaritano. A polícia chegou a Juarez Tavares, de 52 após denúncia anônima no telefone 190 da Policia Militar(PM)- (não tenho a menor idéia do por que da sigla depois da extenso aí). Funcionários do hospital desconfiaram após Tavares conseguir, através de uma ligação telefõnica, US$ 8 mil para fazer um depósito de caução para pagar a internação e passar por uma cirurgia devido a um problema de úlcera."
Bem, a matéra segue sem explicar porque os funcionários do hospital desconfiaram do paciente, teria o fato de ser negro contribuido para a desconfiança?, Se o hospital aceita ou não dólar como caução, se aceita por que desconfiar do paciente em questão?
Mais adiante a o texto diz que "a polícia apreendeu US$ 6,3 mil até que se apure a procedência do dinheiro..." Por que só US$ 6,3 mil se o paciente pagou US$ 8 mil a matéria tb não explica.
Então, tem muita coisa a ser explicada ou não tem?
"Paciente paga com dólares conta do hospital e é preso" - Página A6
Esta é a chamada de capa. O que podemos depreender deste título usado como chamada? Simples não? Alguém foi ao hospital e, por usar dólares irregularmente no pagamento de conta de hospital acabou preso. Mas será isto mesmo?
Mudando da água para o vinho.
A matéria está no alto da página 6 do primeiro caderno sob a rubrica 'CRIMINALIDADE/MIGRAÇÃO' e o título: "Polícia Civil apura fuga de bando carioca para a região"
E o paciente que pagou o hostpial com dólares da chamada da capa? Ha, bem, a relação começa no abre da matéria onde o jornal diz: "Morador do rio é preso após usar US$ 8 mil para pagar hospital em Campinas".
A matéria assinada por Natan Dias, da Agência Anhanguera, começa assim: "A Polícia Civil investiga a fuga de criminosos da favela Rocinha para Campinas desde ontem, quando um procurador da Justiça Federal, morador na Ladeira do Morro da Saúde, no rio de Janeiro, foi preso no hospital Samaritano. A polícia chegou a Juarez Tavares, de 52 após denúncia anônima no telefone 190 da Policia Militar(PM)- (não tenho a menor idéia do por que da sigla depois da extenso aí). Funcionários do hospital desconfiaram após Tavares conseguir, através de uma ligação telefõnica, US$ 8 mil para fazer um depósito de caução para pagar a internação e passar por uma cirurgia devido a um problema de úlcera."
Bem, a matéra segue sem explicar porque os funcionários do hospital desconfiaram do paciente, teria o fato de ser negro contribuido para a desconfiança?, Se o hospital aceita ou não dólar como caução, se aceita por que desconfiar do paciente em questão?
Mais adiante a o texto diz que "a polícia apreendeu US$ 6,3 mil até que se apure a procedência do dinheiro..." Por que só US$ 6,3 mil se o paciente pagou US$ 8 mil a matéria tb não explica.
Então, tem muita coisa a ser explicada ou não tem?
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
O JORNALISMO DA RAC VALE DUAS PASSAGENS DA AZUL!
RAC VENDE GATO POR LEBRE
Campinas amanheceu hoje com uma grande mostra do desrespeito que a RAC - Rede Anhanguera de Comunicação tem pelo Jornalismo, pelos Jornalistas que produzem seus veículos e principalmente pelos leitores.
O jornal Correio Popular, principal veículo do grupo, foi distribuido hoje para bancas e assinantes com uma ação publicitária que prova por A + B quanto vale o jornalismo para a RAC: duas passagens aéreas, de ida e volta, da Azul para qualquer cidade brasileira atendida pela empresa aérea.
Para isto, a RAC vendeu tres nobres páginas da sua edição de hoje, a página 2; a tres e a cinco. E o que isto significa? Significa que a RAC não tem o menor respeito pelo Jornalismo e por seus leitores. Afinal nestas páginas são veiculados o pensamento do jornal, de alguns articulistas (que ela se gaba por ter em seu quadro) e também dos leitores na Coluna Correio do Leitor (que ela se gaba por ter sido a primeira a inserir foto do leitor que envia carta).
A importancia foi trocada por duas mera passagens aéreas. Probre Jornalismo. O que a RAC faz com ele?!
O MOTE DA CAMPANHA
A troca do Jornalismo por dua meras passagens aéreas funciona, segundo os anuncios de hoje, assim:
- quem fizer uma nova ou renovar a assinatura do monstrengo por dois anos ganha duas passagens de ida e volta da Azul.
A assinatura nova ou renovada custa 3 X R$ 450,00 ou seja R$ 1.350,00
A viagem pode ser escolhida até 30 de novembro de 2012, não pode ser transferida, é pessoal e vc só viaja se tiver lugar (ou assento no linguajar da aérea). A azul não se responsabiliza por atrasos, cancelamentos e demais prejuizos (o que seriam estes demais prejuizo no linguajar da aérea?). Voce só recebe os vouchers (passagens no linguajar das aéreas) depois de confirmado o pagamento e se parcelar e cancelar a assinatura antes do termo final (no linguajar da RAC) fica obrigado a devolver o valor das passagens de ida e volta.
E mais ainda no período de um ano vai sobrar pra vc alguns poucios dias que ninguem quer viajar para vc usar sua passagem. Então, sabe aquele feriadão...kkk pode esquecer a promoção não cobre!
Enfim, como a gente sabe, promoção e tudo pra eles nada pra nós.
Fique esperto, ninguem faz milagre, especialmente quem não respeita o Jornalismo!
Campinas amanheceu hoje com uma grande mostra do desrespeito que a RAC - Rede Anhanguera de Comunicação tem pelo Jornalismo, pelos Jornalistas que produzem seus veículos e principalmente pelos leitores.
O jornal Correio Popular, principal veículo do grupo, foi distribuido hoje para bancas e assinantes com uma ação publicitária que prova por A + B quanto vale o jornalismo para a RAC: duas passagens aéreas, de ida e volta, da Azul para qualquer cidade brasileira atendida pela empresa aérea.
Para isto, a RAC vendeu tres nobres páginas da sua edição de hoje, a página 2; a tres e a cinco. E o que isto significa? Significa que a RAC não tem o menor respeito pelo Jornalismo e por seus leitores. Afinal nestas páginas são veiculados o pensamento do jornal, de alguns articulistas (que ela se gaba por ter em seu quadro) e também dos leitores na Coluna Correio do Leitor (que ela se gaba por ter sido a primeira a inserir foto do leitor que envia carta).
A importancia foi trocada por duas mera passagens aéreas. Probre Jornalismo. O que a RAC faz com ele?!
O MOTE DA CAMPANHA
A troca do Jornalismo por dua meras passagens aéreas funciona, segundo os anuncios de hoje, assim:
- quem fizer uma nova ou renovar a assinatura do monstrengo por dois anos ganha duas passagens de ida e volta da Azul.
A assinatura nova ou renovada custa 3 X R$ 450,00 ou seja R$ 1.350,00
A viagem pode ser escolhida até 30 de novembro de 2012, não pode ser transferida, é pessoal e vc só viaja se tiver lugar (ou assento no linguajar da aérea). A azul não se responsabiliza por atrasos, cancelamentos e demais prejuizos (o que seriam estes demais prejuizo no linguajar da aérea?). Voce só recebe os vouchers (passagens no linguajar das aéreas) depois de confirmado o pagamento e se parcelar e cancelar a assinatura antes do termo final (no linguajar da RAC) fica obrigado a devolver o valor das passagens de ida e volta.
E mais ainda no período de um ano vai sobrar pra vc alguns poucios dias que ninguem quer viajar para vc usar sua passagem. Então, sabe aquele feriadão...kkk pode esquecer a promoção não cobre!
Enfim, como a gente sabe, promoção e tudo pra eles nada pra nós.
Fique esperto, ninguem faz milagre, especialmente quem não respeita o Jornalismo!
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
QUE PUTA QUINTA HEIN...
MORRE UM ÍCONE DA ERA DIGITAL
O visionário fundador da Apple, Steve Jobs, morreu ontem, com cancer, no EUA. Não é uma pena que a genialidade do cara o tenha levado para construir um império fundamentado na tecnologia e não para a cura da doença?
Agora é tarde. O gênio se foi...
LONA DE CIRCO COBRE CAMPINAS
A população da cidade de Campinas, no interior de são Paulo - Brasil, tem vivido momentos de muita tensão política. O prefeito foi cassado. O vice assumiu, mas o dono de um circo garante que quando vice, o atual prefeito, cobrou R$ 180 mil reais de propina para a lona ser eguida em local proibido. Um secretário de cultura, caído de paraquedas no cargo, assinou a autorização e o circo se instalou. Alguém resolveu cancelar a autorização para o circo funcionar e a palhaçada está formada. No centro do picadeiro, o vice que está prefeito por medida judicial...
INTERDIÇÃO PARA INGLES VER
Ainda na mesma cidade de Campinas, a prefeitura decidiu interditar um prédio de apartamentos por perigo de toxicidade dos moradores por uma antiga contaminação do solo. O prédio vai ser interditado mas ninguém precisa sair senão quiser. Ou seja "tá interditado" mas nem tanto...
O visionário fundador da Apple, Steve Jobs, morreu ontem, com cancer, no EUA. Não é uma pena que a genialidade do cara o tenha levado para construir um império fundamentado na tecnologia e não para a cura da doença?
Agora é tarde. O gênio se foi...
LONA DE CIRCO COBRE CAMPINAS
A população da cidade de Campinas, no interior de são Paulo - Brasil, tem vivido momentos de muita tensão política. O prefeito foi cassado. O vice assumiu, mas o dono de um circo garante que quando vice, o atual prefeito, cobrou R$ 180 mil reais de propina para a lona ser eguida em local proibido. Um secretário de cultura, caído de paraquedas no cargo, assinou a autorização e o circo se instalou. Alguém resolveu cancelar a autorização para o circo funcionar e a palhaçada está formada. No centro do picadeiro, o vice que está prefeito por medida judicial...
INTERDIÇÃO PARA INGLES VER
Ainda na mesma cidade de Campinas, a prefeitura decidiu interditar um prédio de apartamentos por perigo de toxicidade dos moradores por uma antiga contaminação do solo. O prédio vai ser interditado mas ninguém precisa sair senão quiser. Ou seja "tá interditado" mas nem tanto...
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
NA CONTAMINAÇÃO DO MANSÕES SANTO ANTONIO O EMPURA-EMPURRA CONTINUA
PREFEITURA INTIMOU A CONCIMA QUE NÃO DEU A MÍNIMA À INTIMAÇÃO
E tudo ficou por isto mesmo. Ontem, mais uma vez um grupo não muito pequeno de pessoas se juntou no salão anexo ao plenario da Camara municipal de Campinas, também conhecido como plenarinho.Eles estavam ali para discutir, pela 'enésima' vez, a questão da contaminação no bairro Mansões Santo Antonio, em Campinas/SP - Brasil.
Na mesa dirigente dos trabalhos da reunião, presidindo a sessão estava o vereador Dario Saadi, o diretor da Cetesb alberto Degressi, o proprietário da Concima Fábio..., a secretária de meio ambiente e mais alguns integrantes da prefeitura. No plenário, moradores da torrea "A" do condomínio Parque Primavera, compradores de apartamentos das torres "B" e "C", além de mais alguns interessados direrta e indiretamente na questão da contaminação que não atinge apenas o terrenos onde se assentam os prédios construidos pela Concima.
Uma intimação levada à Concima pela prefeitura no dia 23 para que a construtora desse início, no prazo de dez dias, a um processo de extrusão de gases existentes no subsolo do bloco "A", acabou sendo o foco principal da discussão. Todos queriam saber se a Concima cumpriria a intimação e caso não o fizesse qual seria a postura da prefeitura uma vez que chegaram a divulgar a interdição do bloco "A".
Pois a Concima confirmou que não cumpriria a intimação por falta de recursos financeiros. Os representantes da prefeitura titubearam em relação ao que fazer e o vereador Dario Saadi encontrou uma forma de permitir que o problema fosse novamente "tocado com a barriga" sugerindo que a Concima faça pelo menos umas medições de possível escape de gas para dentro de apartamentos do térreo do bloco "A", a cada tres meses, para evitar a interdição.
E a reunião acabou assim. Tudo como dantes no quartel de abrantes. Ou melhor: 'QUEM ESTÁ FORA NÃO ENTRA E QUEM ESTÁ DENTRO NÃO SAI', um verdadeiro samba do criou doido.
A CONTAMINAÇÃO.
O caso se arrasta há mais de dez anos. Oficialmente há nove, quando deram por descoberta a contaminação de resposnabilidade da Proquima, ima industria quimica que funcionou no bairro por mais de 20 anos até vender o terreno para a Construtora Concima cujos dirigentes decidiram erguer ali algumas torres de apartamentos de um condomínio residencial que recebeu o nome de Parque Primavera.
Inciada a obra deram conta de que o terreno onde subiam os prédios estava contaminado, seriamente contaminado por produtos quimícos altamente poluentes. Parem as obras! A determinação foi coumprida quando três torres já estavavam de pé e faltavam construir mais cinco totalizando as oito do condomínio. enquanto se discutia o que fazer com o terreno contaminado, a prefeitura cedeu habite-se para os compradores dos apartamento da torre "A" e eles lá se instalaram. Como as outras duas ainda não estava prontas. Ficaram por acabar, apesar dos compradores terem quitado a dívida pela compra dos apartamentos.
Assim uns ficaram dentro outro fora. E tome o samba do crioulo. "QUEM ESTÁ FORA NÃO ENTRA, QUEM ESTÁ DENTRO NÃO SAI".
E tudo ficou por isto mesmo. Ontem, mais uma vez um grupo não muito pequeno de pessoas se juntou no salão anexo ao plenario da Camara municipal de Campinas, também conhecido como plenarinho.Eles estavam ali para discutir, pela 'enésima' vez, a questão da contaminação no bairro Mansões Santo Antonio, em Campinas/SP - Brasil.
Na mesa dirigente dos trabalhos da reunião, presidindo a sessão estava o vereador Dario Saadi, o diretor da Cetesb alberto Degressi, o proprietário da Concima Fábio..., a secretária de meio ambiente e mais alguns integrantes da prefeitura. No plenário, moradores da torrea "A" do condomínio Parque Primavera, compradores de apartamentos das torres "B" e "C", além de mais alguns interessados direrta e indiretamente na questão da contaminação que não atinge apenas o terrenos onde se assentam os prédios construidos pela Concima.
Uma intimação levada à Concima pela prefeitura no dia 23 para que a construtora desse início, no prazo de dez dias, a um processo de extrusão de gases existentes no subsolo do bloco "A", acabou sendo o foco principal da discussão. Todos queriam saber se a Concima cumpriria a intimação e caso não o fizesse qual seria a postura da prefeitura uma vez que chegaram a divulgar a interdição do bloco "A".
Pois a Concima confirmou que não cumpriria a intimação por falta de recursos financeiros. Os representantes da prefeitura titubearam em relação ao que fazer e o vereador Dario Saadi encontrou uma forma de permitir que o problema fosse novamente "tocado com a barriga" sugerindo que a Concima faça pelo menos umas medições de possível escape de gas para dentro de apartamentos do térreo do bloco "A", a cada tres meses, para evitar a interdição.
E a reunião acabou assim. Tudo como dantes no quartel de abrantes. Ou melhor: 'QUEM ESTÁ FORA NÃO ENTRA E QUEM ESTÁ DENTRO NÃO SAI', um verdadeiro samba do criou doido.
A CONTAMINAÇÃO.
O caso se arrasta há mais de dez anos. Oficialmente há nove, quando deram por descoberta a contaminação de resposnabilidade da Proquima, ima industria quimica que funcionou no bairro por mais de 20 anos até vender o terreno para a Construtora Concima cujos dirigentes decidiram erguer ali algumas torres de apartamentos de um condomínio residencial que recebeu o nome de Parque Primavera.
Inciada a obra deram conta de que o terreno onde subiam os prédios estava contaminado, seriamente contaminado por produtos quimícos altamente poluentes. Parem as obras! A determinação foi coumprida quando três torres já estavavam de pé e faltavam construir mais cinco totalizando as oito do condomínio. enquanto se discutia o que fazer com o terreno contaminado, a prefeitura cedeu habite-se para os compradores dos apartamento da torre "A" e eles lá se instalaram. Como as outras duas ainda não estava prontas. Ficaram por acabar, apesar dos compradores terem quitado a dívida pela compra dos apartamentos.
Assim uns ficaram dentro outro fora. E tome o samba do crioulo. "QUEM ESTÁ FORA NÃO ENTRA, QUEM ESTÁ DENTRO NÃO SAI".
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
SUBINDO A IMIGRANTES
RUMO A SÃO PAULO UMA SEMANA APÓS O MONSTRUOSO ENGAVETAMENTO
A sensação que tive ao dirigir pela Rodovia do Imigrantes no sentido Santos/São Paulo,neste domingo dia 25 de setembro, foi que a a Ecovias, empresa responsável por administrar a rodovia sob consessão, tentou usar uma forma simples e prática para evitar engavetamentos em dia de muita neblina.
Mesmo diante do grande volume de veículos cujos motoristas ruaavam em direçãoa São Paulo, a Ecovias não abriu a pista descente para uso na subida. Assim o congestionamento no iniício da subida foi inevitável e, por conseguinte, a velocidade não passou de 40 km/hora.
Depois da serra porém, os motoristas voltaram a desenvolver velocidades até superiores aos 120 km/h permitidos para a estrada sem que nenhum problemas a não ser os radares fixos facilmente driblados pelas inúmeras viagens na estrada e eaté mesmo pelos gps da vida.
Havia também, nitidamente, um certo medo dos motoristas em se aventurarem em avanço de velocidades, ultrapassagens perigosas e freadas bruscas depois do grande engavetamente. A consciência de uma direção defensiva parece ter "baixado" nos motoristas e isto pode certamente vencer a perigosa neblina.
A sensação que tive ao dirigir pela Rodovia do Imigrantes no sentido Santos/São Paulo,neste domingo dia 25 de setembro, foi que a a Ecovias, empresa responsável por administrar a rodovia sob consessão, tentou usar uma forma simples e prática para evitar engavetamentos em dia de muita neblina.
Mesmo diante do grande volume de veículos cujos motoristas ruaavam em direçãoa São Paulo, a Ecovias não abriu a pista descente para uso na subida. Assim o congestionamento no iniício da subida foi inevitável e, por conseguinte, a velocidade não passou de 40 km/hora.
Depois da serra porém, os motoristas voltaram a desenvolver velocidades até superiores aos 120 km/h permitidos para a estrada sem que nenhum problemas a não ser os radares fixos facilmente driblados pelas inúmeras viagens na estrada e eaté mesmo pelos gps da vida.
Havia também, nitidamente, um certo medo dos motoristas em se aventurarem em avanço de velocidades, ultrapassagens perigosas e freadas bruscas depois do grande engavetamente. A consciência de uma direção defensiva parece ter "baixado" nos motoristas e isto pode certamente vencer a perigosa neblina.
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